Confissão: A Aula de Prazer para uma Virgem de 19 Anos
O apartamento de Alice cheirava a incenso doce, bougies piscando sombras quentes nas paredes. Três dias depois da nossa loucura anterior, ela me chamara. ‘Quero continuar, pago como antes, nada sério’, dissera. Aceitei, coração já batendo forte. Sábado, 18h. Esperei na rua, sonhando invadir sua intimidade. Comprei preservativos de látex, arma secreta. Toquei a campainha. Escadas subindo, excitação misturada a ansiedade. Ela abre, ar romântico: mesa posta para três, velas, comida. ‘Bainho pronto’, ordena. Despido, mergulho na água quente, perfeita. Pele relaxa, mas pulso acelera. Dez minutos. Ruídos na sala. Porta da entrada abre. Vozes abafadas. Levanto-me, pronto para fugir. Ela entra, biquíni preto colado, curvas molhadas. ‘Chut’, silencia minha pergunta. Dedos dela deslizam no meu peito, coxas, abdômen. Pega meu pau endurecido, acaricia devagar. Coração explode. ‘Não mexas’, manda. Excitação sobe, vermelho no peito. Sai da banheira, mão na minha, leva à sala. Lá, Julie: 19 anos, petite, fina, castanha clara, fofa. ‘Minha amiga virgem. Amanhã fode o namorado pela primeira. Vai assistir pra aprender.’ Mesa para três confirmada. Pele arde. Desejo ferve.
Ela me joga no sofá, monta. Corpos molhados colam, suor misturado. Beijos no pescoço, peito, coxas. Língua lambe tudo, chega ao pau. ‘Vê, Julie, boquete assim.’ Boca quente engole, língua gira na glande. Sucção forte, bolas apertadas. Gemidos escapam. Ritmo acelera, quadril treme. Gozo jorra, esperma quente no ventre. Ela pega com dedos, cheira pra Julie. ‘Prova?’ Recusa, olhos vidrados. Limpa com papel. ‘Agora tu mostras como chupar mulher.’ Viro-a de costas, sofá macio. Beijo nuca, desço. Tiro biquíni, seios firmes, buceta depilada. Língua traça curvas, mamilos duros. Chego ao clitóris, chupo forte. Dedos abrem lábios, lambo fundo. Ela grita, quadris sobem. Molhada, fluindo. Orgasmo rasga, corpo convulsa. Preservativo na rola dura. ‘Agora fode.’ Missionário, pausado pra aula. Entro devagar, quente, apertada. Olhos nos dela, mãos apertam bundas. Acelero, peles batem, suor pinga. Línguas lambem sal, sem beijo na boca. Vinte minutos de fricção insana. Gozo juntos, ela crava unhas, eu explodo dentro do látex. Julie rebola no sofá, mas não toca.
A Febre
Chuveiro quente lava o caos, corpos ainda quentes. Pele formiga, eco de prazer. Vestimos, mesa. Alice comenta: ‘Carícias primeiro, iniciativa sempre.’ Jantar leve, conversas soltas: vida, sexo, medos de Julie. Rimos, vinho aquece. 22h30, ‘Vai’. Saio, pernas moles, memória queimando. Noite única, submissão paga, desejo devorado. Cinzas fumegam.



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