Confissão Picante: Os Primeiros Ébats Devoradores com Lilas à Beira do Lago

Voltamos da caminhada ao redor do Lago do Coucou. O ar fresco ainda na pele. Mas dentro da casa, o cheiro de sexo nos atinge como um soco. Hank a quatro patas no tapete. Cyrielle montada no rosto dele, gemendo alto. Démonia atrás, o strap-on mergulhando fundo. Risos explodem na minha garganta. ‘Hé, Hank, tu conheces a história?’ Ele murmura entre as coxas. ‘Três homos que se enfilam… é o aniversário do do meio!’ Ele grunhe. ‘Não sou homo, caralho!’ Mas o corpo trai. Ondas de prazer o sacodem. Lilas aperta minha mão. Olhos dela queimam. Selvagens. Perigosos. A dela desliza pro meu calção. Dedo roça a entrada. Meu cu pisca. Coração explode. Bum. Bum. Acelera. Pele arde. Febre sobe. Tudo vermelho. Urgência rasga o peito. ‘Tu dizias, Brodsky?’ Ela ri baixo. Demônio. Meu pau endurece. Ferro. Dor boa. Ela pressiona. Entra devagar. Um dedo. Quente. Úmido. Meu corpo treme. Respiração curta. Ofegante. Olho Hank. Ele goza gritando. As duas devoram ele. Eu? Quero Lilas. Total. Agora. Puxo ela pro quarto ao lado. Porta bate. Sozinhos. Pele contra pele. Calor devora. Boca na dela. Línguas guerreiam. Mãos rasgam roupa. Seios livres. Duros. Mamilos pedem. Chupo forte. Ela arqueia. Unhas cravam costas. Dor. Prazer. Meu pau pulsa. Contra barriga dela. Ela empurra. Eu caio na cama. Pernas abertas. Dedo volta. Dois agora. Estica. Queima. Meu coração martela. Pele suada gruda. ‘Quero te foder todo.’ Voz rouca. Perigosa. Eu cedo. Impulsos mandam. Febre total.

Corpos colidem. Selvagem. Sem freio. Ela me vira. Cu exposto. Lingua dela lambe. Molha. Meu pau vaza pré-gozo. Coração na garganta. Ela sobe. Strap-on? Não. Dedos. Três. Estoca. Ritmo brutal. Eu gemo. Alto. Perco controle. Suor pinga. Pele queima. Ela ri. ‘Relaxa, amor.’ Mas não relaxo. Urgência explode. Viro. Puxo ela. Pau na boceta. Mergulho fundo. Molhada. Quente. Apertada. Bomba. Estoco. Forte. Camas range. Gritos ecoam. Coração galopa. Ela crava unhas. Sangue fino. Dor amplifica. Mudo posição. Ela por cima. Cavalga. Seios balançam. Eu aperto. Chupo. Ela goza primeiro. Corpo treme. Líquido escorre. Meu cu ainda pulsa. Da febre. ‘Agora o outro buraco.’ Ela manda. Eu obedeço. Viramos. Ela de quatro. Lubrifica. Meu pau na entrada. Pressiono. Resiste. Couina. Dor aguda. Mas prazer devora. Entra devagar. Centímetro a centímetro. Quente. Apertado. Inferno bom. Estoco. Lento. Depois rápido. Selvagem. Pele bate pele. Clap. Clap. Coração surda. Suor voa. Ela grita. ‘Mais fundo!’ Perco razão. Possuo. Total. Gozo explode. Dentro. Quente. Ela vem de novo. Corpo convulsiona. Caímos. Exaustos. Braseiro apaga.

A Febre

Respiração acalma. Pele ainda ferve. Toque leve. Dedos traçam curvas. Coração desacelera. Bum… bum… suave. Olhos dela. Limpidos agora. Suave. Meu refúgio. Beijo testa. Suor salgado. Corpo dela molda no meu. Perfeito. Silêncio. Lago sussurra fora. Noite cai. Hank? As outras? Foda-se. Aqui, único. Vivemos intensidade. Perigosa. Total. Cinzas quentes. Mas brasa sobe. Sempre. Lilas sorri. ‘Foi só o começo.’ Eu sei. Paixão manda. Perigosa. Devoradora.

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