Confissão Picante: O Gigante que Me Devorou

Tudo começou na prefeitura, fim de dezembro. Eu, invisível na multidão. Ele, gigante de dois metros, bloqueando o buffet. Pele quente já no primeiro olhar. Coração disparado. Ele me arranca um Crémant da pirâmide de copos. Olhos claros nos meus. Azul furioso. Noite agitada. Eu me toco pensando na pau dele, grossa, dura. Ele sonha comigo, idiota tímido.

Domingo. Ele espera na rua gelada. Flores idiotas. Dou-lhe meu número. Cinema. Fellini na escuridão. Eu o provoco. Nichons na tela. Ele cora. Pinho a coxa dele. Dor boa. Match de rugby. Ele esmaga adversários. Ensaios épicos. Eu congelo nas tribunas, mas molho vendo aquelas coxas peludas. No vestiário dele. Chocolate quente. Primeiro beijo. Línguas quentes. Coração na garganta. Ele me ensina a ser dele.

A Febre

Sábado. Mercado de Natal. Gifle. Ele me beija forte. Braços me esmagam. Eu derreto. Sais de banho. Ele pula no rio gelado por mim. Loucura. Casa. Nu na entrada. Pau encolhida pelo frio, mas eu sei. Chuveiro quente. Sabão nas bolas dele. Ele goza na minha mão. Frustração. Lágrimas. Mas ele não para.

Mesa da cozinha. Peignoir aberto. Ele me ergue como pluma. Pernas abertas. Rosto dele na minha boceta. Dedos grossos abrem. Clitó latejante. Língua de cão lambe devagar. Ritmo infernal. Eu grito. Coxas apertam cabeça dele. Orgasmo rasga. Ele me fode. Pau enorme entra devagar. Depois, empurrões de terceira linha. Me corta ao meio. Suor pinga. Eu urro: ‘Deixa-me toda!’. Ele obedece. Gozo dele no ventre. Corpo esmagado sob ele. Pele colada em porra.

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