Confissão Picante: O Massage Que Devorou o Controle na Residência

Na residência estudantil, quarto dela cheirando a sono e desejo reprimido. Bato à porta. Movimentos lá dentro. Abre. ‘Ah, és tu, Marc! Que se passa?’ ‘Não te vi no anfiteatro, vim ver como estás.’ ‘Entra.’ Visiono-a num t-shirt largo até meio das coxas. Juro, nada por baixo. Pele exposta, tentadora. ‘Dormi mal. Dor horrível nas nádegas. Cada virada acorda-me. Nem me vesti para a aula.’ Mãos dela nas ancas. ‘A Béné exagerou nos tapas. Puseste algo? Tenho pomada na minha quarto.’ Copo preocupado. Coração bate forte. Ela aceita. Corro buscar o tubo. Volto num instante. Entrego-lho. Olhares cruzam. Silêncio pesado. ‘Não chego lá sozinha. Ajuda-me?’ Deita-se de barriga para baixo na cama. Sento-me ao lado. Mão no t-shirt. ‘Vai, viste tudo ontem!’ Subo devagar. Nádegas nuas. Linhas vermelhas, azuis. Globos redondos. Base mostra lábios com penugem loira. Olhos descem coxas, pernas. Sorte minha. Coloco pomada na mão. Massageio suave. Pele macia, quente. Insisto nas marcas. Globos separam. Meu pau endurece. Ajusto discreto. Dedos na racha. Deslizam baixo. Ela relaxa. Quase dorme. Contorno ânus. Hesito. Ela abre coxas. Sexo exposto. Clara. Dedos avançam. Grandes lábios abrem. Molhada. Excitação dela grita. Toco pequenas lábios. Abre mais. Índice no clitóris. Giro suave. Mão esquerda nas coxas internas. Insisto. Respiração dela acelera. Corpo treme. Goza. Arqueia. Sexo pulsa. Gemido escapa. Caricio coxas. Mão volta às nádegas. Vira cabeça, sorri. ‘Obrigada.’ Subo mão pelo dorso. Levanto t-shirt. Ela ajuda. Nuas agora. Massageio costas. Mãos nos lados. Seios nas palmas. Macios, quentes. Vira de lado. Olha minha calça. Bossa óbvia.

Ela levanta. ‘Tua vez. Deita-te.’ Mãos na cintura. Despida num piscar. Corpo exposto. Pau ereto. Ela acaricia peito, ventre. Uma mão no pau. Outra vagueia. Excitação sobe. Gota perola na ponta. Olho-a. Mão minha sobe coxa dela. Ela olha, pede aval. Inclina. Boca no pau. Língua dança. Fecho olhos. Sensação explode. Endureço mais. Prazer perto. Solta. Posiciona-se em cima. Guia-me. Desce devagar. Penetro. Quente, apertado. Mãos nos seios. polegares nos mamilos. Ritmo lento dela. Sensação insana. Não aguento. Acelera. Explodo dentro. Ela grita, goza. Cai sobre mim.

A Febre

Ficamos assim. Peitos colados. Pau dentro. Mãos no dorso dela. Boca unidas. Línguas famintas. Tarde voa. Sem almoço, sem aulas. Ruídos no corredor nos acordam. Dusche juntos. Água quente. Último abraço. Vou ao meu quarto. Beijo longo. ‘A daqui a pouco! Não esqueças o revólver!’ Palavras dela atiram-me no stress e fantasias.

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