Confissão Picante: A Febre Devoradora de Victor no Meu Escritório

No elevador, sozinhos. Ele alto, cheiro de pele limpa e perfume sutil. Coração martela no peito. Olho para as mãos dele, grandes, veias salientes. Desço para o subsolo buscar caixas. Audi TT vermelha, apertada. Ombros colidem. Mãos roçam. Calor sobe. Pele arde. Ele ri, nervoso. Eu tremo.

Subimos de novo. Lotado agora. Corpo colado ao dele. Contra a parede. Glisso a mão na dele. Polegar dele acaricia o meu. Coração explode. Pubis pulsa. Vermelha até as raízes. Ninguém nota. Saio primeiro, pernas moles.

A Febre

Bureau vazio. Meio-dia. Entro no dele. Ele fecha a porta. Tranca. Stores baixam. Olhos fixos. Pega minhas mãos. Beija as palmas. Lento. Labios quentes. Inclina-se. Boca na minha. Seca, macia. Língua entra. Molhada, faminta. Gemo baixo. Braços no pescoço dele. Corpo colado. Ereção pressiona meu ventre. Rasgo a camisa. Dedos nos cabelos grossos, ondulados. Suave como seda.

Línguas dançam. Mãos devoram. Ele puxa minha camisa. Dedos nos seios. Arrepios. Levanta-me pro bureau. Joga pra trás. Botões voam. Boca no ventre. Língua no umbigo. Desce. Levanta saia. Puxa calcinha de algodão preta. Sorri safado. Levanta minhas nádegas. Língua no sexo. Grito abafado. Molhada já. Tremendo.

A Febre consome tudo. Vermelho no sangue. Urgência de possuir. Ele lambe a fenda. Chupa o clitóris. Dedos entram. Dois. Explodem dentro. Orgasmo rasga. Espasmos. Fecho os olhos. Rio nervosa. Puxo ele pra mim. Beijo com gosto da minha excitação. Língua limpa a dele.

Mão no pau dele. Duro no jeans. Abro cinto. Boxer caro. Puxo pra baixo. Verga veiada, roxa na ponta. Molhada. Ajoelho. Engulo. Quente, salgada. Língua rodeia. Mão nas bolas. Ele geme. Dedos nos meus cabelos. Vibra. Para-me. Levanta.

O Braseiro

Vira-me. Curvo no bureau. ‘Sem camisinha’, gemo. ‘Tenho’, diz rouco. Rasga embalagem com dentes. Pressiona costas. Puxa quadris. Entra. Grito alto. Preenche tudo. Coração galopa. Medo de porta. Mas para. Ele fode fundo. Dedos nas ancas. Bolas batem no clitóris. Mão desliza. Dedo no clitóris. Circular experto.

O Braseiro incendeia. Selvagem. Sem freios. Corpo vibra. Vaginas aperta. Ondas duplas. Grito sem pudor. Ele acelera. Verga incha. Geme ecoando. Goza dentro. Pulsos quentes. Sai. Amarra camisinha. Joga fora.

Eu viro. Puxo pau mole. Lamba limpo. Poça salgada. Ele abotoa camisa. Eu ajeito saia. Calcínhas molhadas. Silêncio pesado. Saio. Coloco no lugar. Françoise volta. ‘Estás vermelha’. Toalete. Rosto quente. Cabelo bagunçado. Água fria. Café na varanda. Ainda quero ele.

SMS vibra. ‘Um copo hoje? V.’ Sorrio. ‘Não posso, alguém espera em casa. Tu?’ ‘Sim. Outra vez.’ ‘O que fazemos?’ ‘Não pensa. Veremos.’ Bolso telemóvel. Cinzas quentes. Pele ainda queima. Não planejei. Disse sim com o corpo. Agora, o quê? Veremos. Corpo marcado. Único. Devorador.

Post Comment

You May Have Missed