Confissão Picante: Dedos Azuis e Meu Cu no Teu Bureau
Entro no quarto escuro do nosso apartamento. O bureau bagunçado. Teus dedos azuis de tinta. Stylo-pluma do teu pai ali, feutre verde, crayon. Sinto o calor subir. Coração bate forte. Pele arde. Vejo-te concentrado, nuca exposta. Aproximo-me por trás. Braços ao teu redor. Boca no teu pescoço. Salgado. Língua traça a veia que pulsa. Dedos descem pelo peito. Poios eriçados. Pego na tua verga. Já dura. Saio-a das calças. Aperto. Lateja na palma. Quente. Úmida na ponta. Olhas para mim. Stylo para. Ganhei. Subo nos teus joelhos. Seios na tua cara. Chupas o mamilo. Dentes mordem. Grito baixo. Agarro a tua nuca. Desço. Empalo-me. Teu pau entra no meu cona. Molhada. Plena. Movimentos lentos. Ritmo acelera. Coração galopa. Suor escorre.
Corpo colado. Teu pau me rasga. Dedos nas minhas nádegas. Abres-me. Empurras fundo. Gemo. Boca na tua. Línguas guerreiam. Saliva pinga. Levanto. Viro. Ofereço o cu. Lubrificado pela cyprine. Cabeça entra. Dor boa. Estico-me. Todo dentro. Selvagem. Bureau range. Papéis voam. Tinta mancha minha pele. Escreves com o pau no meu cu. Versos saem da tua mão. Eu rebolo. Merda suja a página. Porra vem. Gozo primeiro. Contrações apertam-te. Tu explodes. Calor inunda. Saio. Porra escorre pelas coxas. Boca no teu pau. Limpo. Engulo o resto.
A Febre
Pele ainda queima. Respiração ofegante. Deito no bureau. Manchas de nós dois. Teu esperma, minha cyprine, um pouco de merde. Versos sujos. Leitores nunca saberão. Levanto. Pernas tremem. Beijo-te. Olhos nos teus. Perdemos o controlo. De novo. Amanhã, rotina volta. Trabalho, contas, filho. Mas isso… isso foi nosso. Único. Intenso. Corpo marcado. Coração acalmado. Mas o fogo lateja baixo. Espera a próxima febre.



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