Confissão Picante: A Audácia que Incendiou a Sala dos Professores
A sala dos professores estava vazia. Gobelets de café abandonados nas mesas. O ar cheirava a papel e tensão. Você sentou à minha frente. Jupe fendue, pernas entrelaçadas. Nylon roçando. Coração batendo forte. Meu pau latejava nos boxers. ‘Asseyez-vous!’, ordenou. Porta bateu. Olhos fixos nos meus. Copia na mesa, comentários sangrentos. Silêncio. Sorriso torto nos seus lábios. ‘Madame, não renuncio ao que escrevi. Eu te quero!’ Botas de couro girando. Cuir contra cuir. Sexo ausente, mas gritando por mim. Ruído no corredor. Você se levanta. Férula dos saltos. Volto sozinho, rígido de dor e fome. Volta atrás de mim. Tão perto. Levanto, recuo contra a mesa. Dedo nos meus lábios. ‘Há situações onde se quebra o osso para sugar a medula.’ Cinto voa. Calças no chão. Pau pulsa livre. Mão sua, firme. Boca quente engole. Língua revolta. Garganta cheia. Luto pra não gozar. Quero ver seu con. Jupe sobe. Coxas em bas. Jarretelles. Triângulo escarlate. ‘Quero te ver!’ Culotte cai. Vegetação densa. Dobras úmidas. Cheiro almiscarado. Coração explode. Pau incha mais.
Seu con devora meu pau. Molhado, quente. Dilata. Eu afundo no seu corsage. Seios firmes. Suspiros longos. Gémidos graves. Corpo irradia. Espasmos. Quase gozo. Segura. Mais fundo. Boutoir forte. Pele suada. Coração galopante. Quero possuir tudo. Você acelera. Ondas devoram. Cabeça gira. ‘É isso, gozar?’ Três jatos quentes dentro. Corpo treme. Caio na cadeira. Copia ali, nota 18. Audácia paga, risco cobra 2 pontos. Pele ainda queima. Respiração ofegante. Olhos nos seus. Mundo vermelho apaga devagar.
A Febre do Desejo Irresistível
Calma volta lenta. Suor esfria na pele. Seu corpo relaxa no meu. Coração desacelera. Toque final, possessivo. Sinto o único. Perigoso, total. Você se afasta. Elegante. Botas clicam. Saio zonzo. Audácia viveu. Prazer devorou razão. Nunca esqueço o fogo.



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