Confissão Picante: Febre Sexual no Bloco Abandonado do Hospital

O antigo bloco opératoire no sexto andar cheirava a poeira e desinfetante velho. Portas enferrujadas. Corredor vazio. Fechamos a porta pesada atrás de nós. Coração batendo forte. Charlène ofegava ao meu lado. Os doutores, Landry e Harper, tremiam encostados na parede. Olhos arregalados. Falavam baixo sobre o vírus. Mas eu sentia. Calor subindo. Pele formigando. Olhei para ela. Uniforme colado no corpo suado. Seios arfando. Quadris marcados. Meu pau endureceu de repente. Irresistível. Vermelho na visão. Pulso acelerando. Queria rasgar tudo. Possuir.

Ela me pegou olhando. Olhos se encontraram. Ar denso. Respiração pesada. ‘Gufti…’, murmurou. Voz rouca. Avancei. Mãos nos seus ombros. Empurrei contra a parede fria. Boca na dela. Selvagem. Línguas brigando. Mordi o lábio. Sangue doce. Ela gemeu. Unhas nas minhas costas. Rasgando camisa. Pele em fogo. Coração martelando no peito. Ouvíamos os doutores. ‘Não… o vírus…’, mas ignoramos. Mãos dela no meu cinto. Abrindo. Pau saltando livre. Duro como ferro. Ela apertou. Forte. ‘Fode-me agora’, sussurrou. Urgência total. Perda de controle.

A Febre

Arrancamos roupas. Uniforme dela rasgado. Seios livres. Grandes. Mamilos duros. Chupei um. Mordi. Ela gritou. Pernas abertas. Dedos na buceta molhada. Escorrendo. Quente. Pulsante. Ela me puxou. Guiei o pau. Entre as coxas. Empurrei. Fundo. Carne apertando. Ritmo feroz. Colisões molhadas. Suor pingando. Corações sincronizados. Batidas ensurdecedoras. Ela cravou unhas. Sangue escorrendo. Dor misturada ao prazer. ‘Mais forte!’, berrou. Bombeava sem piedade. Paredes ecoando gemidos. Perigo ao redor. Vírus à espreita. Mas só existia aquilo. Devorar um ao outro.

O Braseiro

Virei-a. De quatro no chão sujo. Bunda empinada. Placas cinzentas? Não importava. Bati. Forte. Vermelha. Penetrei de novo. Anal agora. Apertado. Quente. Ela uivou. Corpo tremendo. Mão no cabelo. Puxando. Ritmo insano. Pele colando. Suor e fluidos. Orgasmos vindo. O dela primeiro. Contrações violentas. Gritei. Gozei dentro. Jatos quentes. Inundando. Corpo convulsionando. Caímos juntos. Exaustos. Mas ainda queimando.

Cinzas quentes. Respiração voltando devagar. Pele pegajosa. Colada. Ela na minha curva. Olhos vidrados. Sorriso safado. ‘Foi… único’, sussurrou. Toquei sua bochecha. Ainda febril. Coração desacelerando. Olhei pros doutores. Paralisados. Olhos famintos? Plaques surgindo neles? Não sei. Mas senti paz. Algo vivido além da razão. Perigoso. Total. Meu. Pele ainda ardendo. Marcas de mordidas. Prazer ecoando. Mundo lá fora em chamas. Aqui, só nós. Saciados. Por enquanto.

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