Confissão Picante: O Fogo Proibido no Quarto da Mãe
O quarto de mãe cheirava a perfume barato e desejo antigo. Luz fraca do abajur. Portas fechadas, mas gemidos vazavam como vapor quente. Eu, na cama nupcial ao lado com Pierre e Sornia, ouvia tudo. Coração acelerado. Pele arrepiada. Gutuka bateu à porta dela. ‘Entra, meu chou’, ronronou ela. Ele entrou. Ar pesado. Eu imaginava: nuisette fina colando nos seios fartos dela. Ele, jovem, negro, pau já duro no calção. Olhos fixos nas tetas que o hipnotizavam há dias. ‘Senta no meu colo’, ela mandou. Mãos trêmulas dele. Cheiro de excitação subindo. Ela minaudia, corando como virgem. Ele mergulhou a cara nos seios. Boca faminta chupando mamilos duros. ‘Espera, deixa eu mostrar direito’, ela disse, puxando a nuisette. Pele madura, mas firme. Ele babava. Coração dela batendo forte contra o peito dele. Urgência no ar. Mãe, tão contida, agora puta no cio. Ele tirou a roupa. Pau gigante, preto, latejando. Ela pegou na mão. ‘Hum, é pra mim isso?’ Beijo na cabeça. Língua no gotejar pré-gozo. Ele quase goza. Ela abre as pernas. Ele desce, lambe a boceta encharcada. Língua profunda, miellat escorrendo. Ela geme alto. Eu ouvia da parede. Meu clitóris inchava. Calor subia pelas coxas.
Corpos colados. Ele sobe, beija barriga fofa, tetas suadas. Enfia de uma vez. Fundo. Ela grita: ‘Ahura Mazda!’ Pau grosso esticando as paredes velhas, mas famintas. Ele para, sente o aperto. Ela contrai, mama o caralho dele. Ele começa devagar. Dentro, quente, viscoso. Ela crava unhas nas costas. Pernas cruzadas nos rins dele. Pubis batendo pubis. Ritmo acelera. Suor pingando. Corações trovejando. Ela goza primeiro, estrelas explodindo na cabeça. Corpo tremendo. Ele continua, pau aço. ‘Mais, porra!’ Ela implora. Ele martela. Ela goza de novo. Ele explode dentro, jatos quentes enchendo o útero seco há anos. Cansados, ofegantes. Pele pegajosa. Ele ainda duro. ‘De novo?’ Ela ri, pega o pau melado. Enfia outra vez. Missionário selvagem. Gemidos ecoam. Eu, do outro lado, molhada, tocando Sornia. Fogo no quarto dela incendiava o meu.
A Febre
Calma desce devagar. Corpos entrelaçados. Pele ainda queimando. Coração desacelera. Ela acaricia o cabelo dele. ‘Volta amanhã?’ ‘Todo dia.’ Ele sai pingando gozo. Ela sorri, satisfeita. Única. Viciada no pau jovem. Eu sei, pois ouvi tudo. Noite inteira. Juventude fode, velhice mama. Amanhã, mais. Desejo não apaga. Só cinzas quentes sobem. (612 palavras)



Post Comment