Papouille ao Meu Amante: Confissão Picante de Anita no Sofá

No sofá do salão, o ar pesa. Frédéric sorri, malicioso. Eu negoceio mais itens da lista dele. Cinco promessas picantes por um prazer imediato. O coração martela. Pele arde. Ele exige: saliva como lubrificante. Eu cedo. Sento ao lado dele. Desabotoa o calção. A verga salta, dura, veias pulsantes. Veio roxo brilha. Beijo o topo. Lábios roçam. Língua gira. Suo. Ele suspira. Chupo devagar. Boca enche. Saliva escorre. Dedos nas bolas cheias. Engulo mais. Ritmo acelera. Coração explode no peito. Olhos fixos nos dele. Ele geme baixo. ‘Agora vira-te.’ Obedeço. Quatro apoios. Rabo empinado. Ele cola atrás. Calor da pele dele queima a minha. Vergo roça a raia. Saliva úmida desliza. Meu cu pisca, ansioso. Respiração ofega. Corpo treme. Urgência cresce. Tudo vermelho. Desejo devora.

Glande pressiona. Eu empurro contra. Plop! Entra. Dor aguda. Prazer sujo invade. Enche-me todo. Profundo. Demasiado. Grito abafado. Boca aberta, ar faminto. Ele avança. Pistona feroz. Pele bate pele. Suor pinga. Coração galopa. ‘Toma, puta!’ Rosna. Eu gemo: ‘Mais, salaud!’ Cada estocada rasga. Entanhas queimam. Prazer estranho irradia ventre. Muslos tremem. Unhas cravam sofá. Ele agarra quadris. Marca pele. Acelera. Selvagem. Sem filtro. Meu cu aperta. Ele incha mais. Sinto bolas bater. Ondas sobem. Corpo arqueia. Gozo vem. Ele explode. Jorra quente. Enche-me. Eu grito. Orgasmo rasga. Perco controlo. Corpo convulsa. Ele fica dentro. Pulsos finais. Calor espalha.

A Febre

Corpos colapsam. Sofá gruda suor. Ele sai devagar. Esperma escorre. Quente, viscoso. Pernas moles. Pele ainda ferve. Coração desacelera. Devagar. Abraça-me. Cabeça no peito dele. Batida ritmada acalma. Sorriso surge. ‘Mereci as cinco.’ Ele ri. Lista esquecida por agora. Sinto-me viva. Inteira. Amazona no fogo dele. Ano novo promete mais. Cinzas quentes. Promessa de brasas eternas. Pele marca posse. Única. Devoradora.

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