Confissão Picante: O Sabbat Selvagem de Yule
Chegamos ao hameau perdido na landa gelada. Fogo crepita alto. Vento corta a pele. Lili aperta meu braço. Olhos dela brilham. Quinze almas, mostly mulheres, rodeiam as chamas. Vin chaud desce quente pela garganta. Canela e algo mais. Mirka ainda não veio. Marie, bruneta roliça, encosta em mim. Olhar de predadora. ‘Vai ser quente’, sussurra. Lili ri no meu ouvido: ‘Ela é braza viva’. Mordida na orelha. Coração acelera. Marie roça a anca. Beijo úmido na boca. Sabor de revenez-y. Mais um gole. Cabeça gira. Bernard fala de Yule, druidas, luz antiga. Palavras borram. Fogo explode verde. Mirka surge. Máscara feroz, plumas, colares de dentes. ‘Novo recruta! Máscara e manto branco!’. Corro para a grange. Mãos arrancam roupa. Caleçon some. Boca quente engole minha ereção. ‘Marie, depois!’, voz na porta. Nu, máscara de gato selvagem. Círculo forma. Tambor pulsa. Corpos ondulam. Ritmo acelera. Pernas tremem. Caio. Levanto. Nuvem me leva.
Fogo azul. Litania ecoa. Primavera, renovo. Roupa some. Nús, máscaras. Dança louca. Manto cai. Pulo braises. Calor queima pés, excita sangue. Mirka salta alto. Hululos. Corpo bronzeado flexiona. Esfrega peito em homem musculoso. Pau dele endurece. Sai do círculo. Fendas rosas expostas. Ramas molhadas chicoteiam. Dor fria-quente. Grito prazer. Renarda roça em mim. Cheiro animal erótico. Lili agarra bolas. Mãos minhas em Vênus dela, seios. Dedos invadem entranhas úmidas. Marie cavalga primeiro. Selvagem. Empala-se no meu pau. Lili lambe clitóris dela. Dedos em Lili. Seios de Marie, pontas elétricas. Gritos de rato excitado. Gozamos juntos. Líquido dela verniza minha pele. Lili e Marie se beijam. Caçoam reereção.
A Febre
Saio recuperar. Porco assa. Jambon chama. Lili chega, veste curta, bundas à mostra. ‘Gostas?’. ‘Vazio, mas pronto pra mais’. Mastigo. Ela conta: Lucette a trouxe. Não só sexo, terra, plantas. Pau endurece. Puxo-a pra grange. Cobertor nos engole. Beijos lentos. Desejo sobe. Lili montada. Úmida, devora-me inteiro. Pluma no peito. Remexe lento. Fundo nela. Branco explode. Manhã cinzenta. Lili ronca ao lado. Corpos ao redor se espreguiçam. Visto trapos. Fora, fogo reanimado. Tartines passam. Tison na mão: ‘Fecundidade’, diz Bernard. Lili ri, enfia pau de lenha no bolso. ‘Pra te fazer pai!’. Marie tagarela como rouxinol. Risos nos levam pra casa. Pele ainda queima. Noite única gravada no suor.



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