Confissão Picante: Noites Selvagens no Templo de Tamori

As ruínas do templo de Tamori envolvem-nos na penumbra. O fogo crepita. Cheiro de madeira queimada e suor fresco. Dirza e Nirni flanqueiam-me junto à estátua rosada. Mãos quentes nos ombros. Dedos no peito. Coração martela. Pele de chocolate roça a minha. Olhos laranja devoram-me. ‘Isso te incomoda?’, sussurra Dirza, voz melosa. Beijo Nirni primeiro. Lábios macios. Língua dela invade. Mão de Nirni desce. Aperta o meu pau pelo tecido. Cresce duro. Elas riem. ‘Sangue de ogre!’, brinca Nirni. Dirza abre as calças. Mão fina envolve a haste. Quente. Pulsante. Pele arde. Eu agarro os seios de Dirza. Firmes. Mamilos endurecem. Elas tiram as túnicas. Corpos esguios. Vulvas lisas, úmidas. Respiração acelera. Sangue ferve. Tudo vermelho.

Dirza ajoelha. Língua no glande. Salgada. Chupa devagar. Garganta estreita engole tudo. Eu guio a nuca. Ela engasga. Mas insiste. Nirni mama as bolas. Sucção forte. Línguas dançam na carne. Gemidos escapam. Coração explode. Pau inchado. Veias saltam. Elas param. Não querem gozo cedo. Deitam no saco de dormir. Beijam-se. Mãos em curvas. Eu avanço. Nirni abre as coxas. Fenda apertada. Glande pressiona. Entra devagar. Dor no rosto dela. Mas olhos imploram mais. Dirza lambe o clitóris. Eu empurro. Encho-a toda. Paredes apertam. Quente. Molhado. Pistoneio lento. Acelero. Ela urra. Unhas nas costas. Goza tremendo. Corpo arqueia. Eu saio. Dirza monta. Desafia. ‘Fácil demais.’ Viro-a. Esmago sob mim. Fodo bruto. Profundo. Ela implora. ‘Mais forte!’ Orgasmo dela explode. Aperta-me. Gozo dentro. Jatos quentes. Enchendo-a.

A Febre

Corpos suados colam. Fogo ilumina peles brilhantes. Estátua brilha. Azuis e rosas dançam. ‘Tamori aprova’, ofega Dirza. Pele ainda queima. Corações batem juntos. Abraço-as. Quente. Úmido. Sono vem. Enrolados. Amanhece só. Elas sumiram. Pergaminho: ‘Volte um dia.’ Anneau na mão. Sorriso. Pele recorda. Noite única. Selvagem. Devoradora.

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