Confissão no Trem: Minha Noiva Devorada por um Estranho
Paris, Gare de Lyon. Maio explode em sol. Minha noiva, Caro, 1,85m de puro fogo. Morena, curvas suaves, seios pesados que balançam na robe noire fendue, costas nuas. Decote solto agora. Pernas à mostra. O chofer devora com os olhos. Eu, ao lado, sinto o pau endurecer. Ar de férias. Desejo sobe como lava. Ela sai do táxi, nádegas dançando. Meu coração martela. Sacos leves. Café rápido. Olhares famintos. Trem em primeira. Separados pelo corredor. Um cara no meio. Ela na janela. Eu, solitário.
Ela pede: ‘Guarda minha mala?’. Piscadela. Coro. Sento. Celular vibra. ‘Finjamos estranhos. Surpresa. Te amo.’ Respondo ok. Ansioso. Ela vai ao banheiro. Volta, robe escancarado. Seios quase pulando. Trem arranca. Ela tagarela com o estranho. Olhares dele: tela, peitos, tela, peitos. Uma hora. Mensagem: ‘Posso ir até o fim?’. Meu fetiche por exibição. Hammams nunca passamos de carinhos. ‘Ok’. Coração explode. Ela fricciona o joelho no dele. Ele põe a mão. Ela abre as pernas. Fenda da robe revela tudo. String roxo. Mamilos duros. Suor escorre meu pescoço. Ele sobe a coxa. Dedos no pano úmido. Ela arqueia. Ninguém nota. Ar condicionado falha. Calor infernal.
A Febre
Mensagem: ‘Espera. Te amo sempre.’ ‘Ok’. Beijo casto. Ele se levanta. Mão na dela. Vão juntos. Banheiro. Tempo eterno. Ele volta sozinho. Mensagem: ‘Vem’. Corro por dentro. Ela pula em mim. Beijos vorazes. ‘Ainda me ama?’. Sim. Dentro. Ela conta, voz rouca. ‘Ele me tocou devagar. Molhada pra caralho. Tirei calça dele. Pau grosso. Tirei string. Placar na parede. Entrou fácil. Fodeu forte. Gozei primeiro. Depois, de quatro no lavabo. Mais fundo. Ele gozou. Preservativo. Agora, tua língua.’ Vulva vermelha. Língua no clitóris inchado. Ela treme. Orgasmo profundo. Pernas moles.
Ela abre minha calça. Lábios no gland inchado. Chupa devagar. Carícias. Engole tudo. Luxo raro. Nos limpamos. Voltamos. Repletos. Ele ignora na saída. Ela sussurra: ‘Próxima, te assisto com outro.’ Sorriso meu basta. Mão nas nádegas nuas. Sem calcinha. Realidade queima.
O Braseiro
O desejo ferveu devagar. Olhos grudados nela. Coração na garganta. Cada toque dele era facada de tesão. Pele em brasa. Respiração curta. Urgência de possuir. Mas era dela. Selvageria no ar confinado. Trem balança. Mundos colidem. Nada mais importa. Só o pulso acelerado. O suor pingando. A febre consome.
Braseiro explode. Banheiro apertado. Ela contra a parede. Pau dele rasgando. Gemidos abafados. Corpo arqueado. Seios balançando livres. Dedos cravados na carne. Ritmo animal. Profundo. Úmido. Ela goza tremendo. Lavabo. De quatro. Nádegas abertas. Ele soca. Mais fundo. Gozo dele explode. Ela manda embora. Sozinha. Molhada. Vermelha. Eu chego. Língua faminta. Clitóris pulsando. Ela explode na minha boca. Depois, meu pau na dela. Boca quente. Sugando. Gozo forte. Ela engole. Corpos colados. Suor misturado. Possessão total. Perigosa. Devoradora.
Cinzas quentes. Voltamos devagar. Pernas fracas. Olhares cúmplices. Trem desacelera. Estação. Ele some. Nós, abraçados. Mão nas nádegas nuas. Pele ainda arde. Coração acalma. Mas o fogo fica. Único. Irrepetível. Próxima vez, eu assisto. Sorriso dela. Meu pau mexe. Vida intensa. Perigosa. Nossa.



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