Confissão: A Febre que Nos Devorou na Suite Escura

Na suite de hotel, luzes tamizadas, o ar pesado de suor e gemidos. Tiff deitada, olhos cobertos pelo foulard negro, corpo ainda trémulo do orgasmo. Eu dentro dela, rígido, contido. O coração martela no peito. Pele colada à pele, quente, pegajosa. Ela respira fundo, peito subindo e descendo rápido. Mãos dela no meu rosto, unhas cravadas leve. ‘Mais’, sussurra, voz rouca, partida. Sinto o sexo dela pulsar em volta de mim, quente, molhado, faminto. Tudo fica vermelho. Sangue ferve nas veias. Desejo sobe como lava. Eu saio devagar, ela geme de frustração, ancas erguem-se para me reter. Beijo o pescoço dela, sugo a pele salgada. Coração acelera, batidas ecoam nos ouvidos. Ela arqueia as costas, seios pequenos roçando o meu peito. Mamas duras, mamilos como pedras. Eu os aperto, ela grita baixo, corpo convulsionando. ‘Agora’, implora. Eu volto a entrar, fundo, brutal. Ela engole o ar, unhas rasgam as minhas costas. Ritmo cardíaco explode. Calor invade tudo. Pele arde, suor escorre. Posse total. Eu a domino, ela se entrega.

Corpos chocam. Selvagem. Sem filtros. Eu empurro forte, ela responde com ancas selvagens. Sexo dela aperta, suga, devora. Gemidos viram gritos. ‘Mais fundo!’, berra. Eu obedeço, perco o controlo. Mãos nos quadris dela, aperto até doer. Pele vermelha das marcas. Eu saio todo, entro de rompante. Ela treme, pernas enroscam-me a cintura. Coração galopa, suor pinga nos seios dela. Eu os chupo, mordo mamilos. Dor e prazer misturam-se. Ela crava unhas, sangue quente escorre. Ritmo acelera. Pancadas ritmadas, molhadas, carnais. Clitóris dela roça o meu pubis a cada estocada. Corpo dela convulsiona, orgasmo aproxima-se. Eu sinto vir, bolas apertam. ‘Vem comigo’, rosno no ouvido. Ela explode primeiro, sexo contrai como punho, leite quente jorra. Eu sigo, jatos quentes enchem-na, transbordam. Corpo treme, visão turva. Suor, cheiro de sexo, gritos ecoam na suite. Posse completa. Ela mia, eu rujo. Tudo visceral, cru, animal.

A Febre

Calma desce lenta. Corpos colapsam, entrelaçados. Pele ainda queima, corada, pegajosa. Coração desacelera, batidas pesadas no silêncio. Eu saio devagar, sêmen escorre entre as coxas dela. Ela suspira, foulard úmido de lágrimas de prazer. Beijo a boca inchada, língua mole encontra a minha. Mãos passeiam suaves nas costas marcadas. ‘Inacreditável’, murmura, voz fraca. Eu afasto o foulard, olhos dela piscam, pupilas dilatadas, sorriso exausto. Abraço apertado, peles grudadas no rescaldo. Ar condicionado sopra frio, mas febre persiste. Sentimento único: vivi o abismo, voltei inteiro. Ela aninha a cabeça no meu peito, batida do coração acalma-a. Noite não acabou. Mas agora, paz. Cinzas quentes sob os pés.

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