Confissão Picante: A Ilha Selvagem de Prazer e Sangue na Loire
A ilha surge no meio da Loire escura. Nado nua, corpo gelado pela chuva fina. Cheiro de terra molhada invade as narinas. Dor na cheville lateja, mas o desejo queima mais forte. Vejo luzes: lumignons coloridos piscam na escuridão. Um casal nu, enlacado. Ele penetra ela com fúria. Corações batem alto no silêncio. Pele brilha de suor e chuva. Meu sexo pulsa. Aproximo-me devagar. Eles não me veem. Ela geme baixo, unhas cravadas nas costas dele. Meu peito arfa. Quero provar aquela carne. Olhos fixos nos quadris colidindo. Calor sobe do ventre. Mãos tremem de urgência. Sou voyeur, mas o corpo grita posse. Chuva escorre pelos seios, endurecendo mamilos. Passos na lama. Eles param. Sorriem. ‘Boa noite.’ Convites nos olhos. Câmera no saco. Fotografo o amor deles. Movimento hipnótico. Sexos unidos, sucos misturados. Meu clitóris incha. Respiração acelera. Quero lamber aquela mulher.
Ela se deita. Pernas abertas. Cheiro metálico: regras. Sangue fresco mancha coxas. Meu coração explode. Ajoelho na lama. Boca faminta no monte dela. Língua mergulha na fenda quente. Sabor ferroso inunda. Chupo forte, engulo fluido vital. Ela urra. Quadris sobem. Dedos no cabelo me puxam. Lambaço após lambaço. Clitóris lateja na ponta da língua. Corpo dela treme violento. Chuva lava sangue no meu rosto. Ele se masturba perto. Odor macho invade. Pau grosso lateja na mão. Eu foco nela. Dois dedos no ânus apertado. Ela contrai. Grita alto. Orgasmo rasga noite. Jatos quentes na boca. Sangue e gozo misturam. Vento apaga luzes. Escuridão total. Sensações multiplicam. Pele arde. Meu sexo escorre. Ela goza sem fim. Corpo arqueia. Vagina suga dedos. Eu bebo tudo. Ele goza nos peitos dela. Esperma quente espirra. Mãos nossas espalham. Chuva lava. Ela urina devagar. Calor na pele. Fogo aceso. Nós três nus, sujos de lama e fluidos.
A Febre
Fogo crepita. Corpos secam devagar. Pele ainda queima de toques. Ela dorme no peito dele. Eu velo, alimentando chamas. Olhos neles: puros, saciados. Meu corpo formiga de resquícios. Clitóris sensível pulsa eco. Cheiro de sexo paira. Coração desacelera. Noite abraça. Lua rompe nuvens. Sinto paz rara. Vivi o proibido. Perigoso, devorador. Sangue na boca, prazer primal. Eles respiram ritmados. Eu nado de volta. Água lava impurezas. Cheville dói, mas alma brilha. Algo único aconteceu. Cinzas quentes no ventre. Regresso transformada. Loire carrega segredos.



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