Confissão Picante: Seduzi o Operário Careca e Me Entreguei ao Prazer Proibido
No quarto do fundo, o ar cheirava a serragem e suor. Meu coração batia forte, acelerado como um tambor selvagem. Acabara de ler aquela história no Revebebe, a loira peituda traindo o marido com o operário de macacão azul. Identifiquei-me na hora. Ruiva, planturosa, seios 110D transbordando, eu era ela. Dedos na calcinha, masturbava-me furiosamente na cama de cima. Gode vibrante enfiado fundo, gemendo baixo, mas a tensão só crescia. André lá embaixo, careca, barrigudo, ultrapassados os cinquenta. Não era bonito, mas gentil. E agora, fantasiava com ele me fodendo sem piedade.
Levantei-me trêmula. Abri o armário. Lingerie do aniversário: sutiã de renda apertando os peitos enormes, portaligas, meias, calcinha fio dental. Por cima, camisola transparente. Maquiagem pesada, batom vermelho, perfume forte. Espelho confirmava: puta perfeita. Coração disparado, pele quente, suando de excitação. Desci as escadas devagar, pernas moles. Cozinha, peguei cerveja gelada. Dirigi-me ao quarto. Ele parou, olhos grudados em mim. Macacão sujo, braguilha inchada. Entreguei a lata. Ele pegou, mãos ásperas roçando as minhas. Sentei na cama. Ele encostado na escada, bebendo, devorando-me com o olhar. Meus peitos arfando, mamilos duros visíveis.
A Febre
Não aguentei. Levantei, mão na braguilha dele. Dura como pedra. Ele agarrou meu rosto, beijou com fome, língua invadindo. Meu corpo incendiou. Ele baixou a camisola, chupou os peitos, mãos calejadas apertando forte. ‘Pequena safada’, rosnou. Chatte encharcada, pulsando. Desabotoei-o, pau grosso, veioso, latejando. Ele empurrou minha cabeça. ‘Chupa, vadia.’ Ajoelhei, lambi devagar, de baixo a cima. Engoli inteiro, olhos nos dele. Ele gemia, fodia minha boca. ‘Gosta da minha pica, sua coelha.’ Branquei com os peitos, ele se esfregava neles, gemendo rouco. Gozou na cara, jatos quentes. Lambi tudo, limpando-o enquanto me tocava.
O Braseiro
Ainda faminta. Tirei tudo, nua, peitos balançando. Puxei-o pro cama. Ele lambeu minha buceta, língua voraz no clitóris. Gemi alto, unhas nas costas dele. ‘Me fode agora!’ Ele veio, pau enfiando fundo, rude, possessivo. Batidas fortes, cama rangendo. Virei de quatro, ele bateu na bunda, vermelha de tapas. Gozei gritando, corpo convulsionando. Ele durou mais que o marido, trocou posições, me comeu de lado, missionário, cavalgada. Por fim, gozou nos peitos, leite grosso escorrendo.
Subi, banho rápido, cheiro de sexo no ar. Airei o quarto. Marido chegou cansado. Noite, na cama: ‘Amor, e se o André pinta o banheiro?’ Ele resmungou do custo. Negociei escada. Abracei-o, mas mente em André. Pele ainda queimava, coração calmo agora, mas viciada. As cinzas fumegavam. Mais tardes assim viriam. Meu segredo ardente.



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