Confissão Picante: Os Piercings que Incendiaram Meu Corpo no Tertre do Monstro
Na grande sala do tertre, rodeada pelas estátuas petrificadas. O ar cheirava a pedra úmida e vitória recente. Acabara de cravar os dois boucliers de topázio nos meus mamilos. A tige de mithril perfurou a carne rosada. Sem dor. Só um formigueiro elétrico. Calor subiu do peito. Coração martelava. Olhei para Hermine e Níniel. Elas também. Piercings azuis e vermelhos nos tetins. Olhos vidrados. Gardain e Krill nos fitavam, surpresos. Mas eu sentia. O desejo crescia. Selvagem. Irresistível. Tirei a túnica transparente. Pele nua. Mamilos duros, topázios brilhando. Mão desceu. Toquei o clitóris. Já inchado. O Cœur de Galipett esperava. Peguei o anel amarelo. Gardain aproximou-se. Dedos ásperos abriram minha fenda. Poinçon frio contra o botão rosado. Empurrei. Perfurei. Ondas de prazer. Coração disparado. Sucava. Pele ardia. ‘Quero foder como uma coelha’, gemi. Elas ecoaram. Níniel corada, Krill enfiando o grenat nela. Hermine gemendo, Gardain ajudando. Tudo vermelho. Urgência. Posse.



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