Confissão Picante nas Toaletes: O Anus de Christine

O escritório cheira a papel e café frio. Laurent Auclair suga o ar. Christine passa. Jeans novo estica nas coxas grossas. Bunda redonda balança. Coração dele martela. Ela vai à fotocopiadora. Catogan solto na nuque. Pérolas brilham no colarinho. Ele engole seco. Pica endurece. De novo. Ela o acende sem querer. Ou quer? Vinte e oito anos de pureza falsa. Olhos verdes afogam. Ele a ama. Odeia se masturbar pensando nela. Mas quer. Chefe o para. Palavras vazias. Ela some no corredor. Bunda ondula. Três segundos de paraíso. Ele corre. Porta das WC. Ela entra primeiro. Cloison fina separa. Ele tranca. Ouviu o trinco dela. Imagina. Calça baixa. String preto escorrega. Cu nu no assento. A centímetros da pica dele. Coração explode. Mão voa pra zipper.

Pele arde. Suor escorre. Ele baixa calça. Pica salta. Grossa, veiada. Punheta lenta primeiro. Ouviu tecido roçar. Sapatos dela no chão. Ela cambra. Tortilha bunda. Culote some. Fenda molhada. Ela toca. Dedos úmidos. Ele acelera. Imagina cu aberto. Quente, rosado. Plopf. Gemido dela. Merda sai. Prazerosa. Ela defeca gostoso. Anus pisca. Ele quer foder. Glande roça cloison mental. Ela relaxa. Peso nos intestinos. Didier na cabeça dela. Ele não sabe. Mas sente. Ela se abre. Colombin duro brota. Constipada. Dilata devagar. Ele ruge baixo. Imagina sodo brutal. Cu esticado como nó. Ela força. Abdominais contraem. Fesses escancaradas. Ondula quadril. Como na pica de Didier. Ele punheta furioso. Gota pré-gozo lubrifica. Ouviu plouf alto. Suspiro dela. Salope, ele pensa. Gozo sobe. Bolas apertam. Ela se toca. Vulva inchada. Nova bola vem. Enorme. Mais grossa que pica. Ela sonha negro musculoso. Mandingo negro. Quer empalar. Qualquer pica grossa. Não Didier. Ele ejacula. Jatos quentes batem no vaso. Cloison. Ele reprime urro. Esfrega pau molhado. Ela geme baixo. Dedos na buceta. Merda extruda lenta. Lágrimas nos olhos dela. Orgasmo anal mental. Ele treme. Vê esperma dela nas pérolas. Barboujado do rosto ao umbigo.

A Febre

Calma desce lenta. Pele ainda ferve. Ele limpa pau mole no cueca. Vergonha rói. Christine é anjo. Não puta de porra. Ele a mancha nos sonhos. Triste. Ama de verdade. Vênus intocável. Ele sai primeiro. Mãos tremem na torneira. Água fria. Ela refaz. Culote sobe. Jeans fecha. Coração desacelera. Sorri sozinha. Didier a transformou. Chienne. Cu solto pra merda e picas. Alain nunca saberá. Volta ao arquivo. Passa por ele depois. Olhar inocente. Ele baixa olhos. Cinzas quentes. Marcado pra sempre. Quis venerar sem tocar. Falhou. Mas viveu. Único.

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