Confissão Picante: A Sodomia Devoradora com Fabienne em 1995

Na sala de estar da casa familiar dela, luzes suaves de velas tremeluzem. Ar pesado de Perrier rosé e carne grelhada. Fabienne surge linda, robe laranja colada à pele morena. Meu coração martela. Beijamo-nos devagar, línguas quentes se enroscam. Ela ri das minhas fantasias de futuro juntos. Mas manda acender o churrasco. Galero com o carvão, suor escorre pelas costas. Ela abraça por trás, mãos no meu ventre. Sinto o amor nascer ali, profundo.

Jantamos Cahors encorpado, flan perfeito. Conversa séria sobre empregos, exército. Depois, shots de rhum, cigarro e MTV. Minha mão na coxa dela. Beijo terno. Ela some pro banheiro. Espero ansioso, rolo um baseado. Música de Maxwell explode nas caixas. Danço sozinho, corpo solto, beato na tase. Perfume muscado invade. Viro. Ela: escarpins pretos, meias, guêpière apertada, olhos de carvão, lábios sangue. Pernas em terceira posição de bailarina. Meu pau endurece instantâneo. Coração explode. Ela sorri, safada.

A Febre

Dançamos zouk amoroso. Dedo na boca dela, suga como se fosse eu. Saio os seios, mamo durinhos. String fino. Dedo no cu dela, primeira junta. ‘Hoje é festa no teu rabinho.’ Ela geme sim. Dançamos assim, eu guiando pelo ânus. Olhares famintos. CD acaba. Ela rola stick nua da cintura pra baixo, a quatro patas no sofá. ‘Prepara-me bem, devagar.’ Recuo, admiro. ‘Come meu cu, por favor.’ Chupo fundo, língua grossa massageando. Ela suspira, relaxa. Dedos na xoxota molhada.

Levo gel da quarto. Na cama dos pais, espelho gigante. Ela me mama em 69, clítoris no meu queixo. Treme. ‘Me enche.’ Lubrificamos tudo, devagar. Ela cavalga meu pau no cu, olhos fechados, suspiro eterno. Entra fácil. Beijo feroz, fodo suave, fundo. Ela goza forte, ressacs plantando no pau.

O Braseiro

Guêpière fora, nua. Ela espia no espelho o cu arrombado. ‘Tô cheia, bom pra caralho.’ ‘Grosseira enculada.’ Rio. Fodo ritmado, longo, mamando peitos livres. Ela espia, geme baixo. ‘Tá doendo um pouquinho.’ Mudo posição. ‘Bourra fundo, goza no meu cu!’ Pego mãos dela nas nádegas, esmago. Bombo bestial. Gozo grosso, rosnando. Ela grita ‘Ouuui!’. Imóveis, olhos nos olhos. Quase digo te amo. Ela tapa boca. Beijo amoroso.

Cinzas quentes. Saímos devagar, limpo pau sujo. Ela se maquia no banheiro, linda natural. Lavamos lençóis. Dormimos nu em colher, pau duro no cu dela. Ela ri. Amanhece com beijo. Faço café. Ela usa camisa suada minha. Chega no banquinho, fricciona pau no short. Tento xoxota: ‘Dói.’ Cu: ‘Hors service, hihi!’ Friccionamos suaves, sem gozo. Terno, íntimo. Ela lava lingerie da irmã. Marca segunda. Volto pra casa exausto, família ri. Mas isso é só começo.

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