Confissão Picante: A Elfa que Me Devorou na Árvore Viva
A câmara dela pulsava viva dentro da árvore antiga. Luz dourada filtrava pelas fendas na casca, dançando no ar denso de perfume floral. Eu, Devon, seguia Sil, coração trovejando no peito. Os olhos castanhos dela, salpicados de ouro, cravavam-se em mim como lâminas quentes. Cada passo dela ondulava o quadril sob a túnica verde justa. Meu pau endurecia, latejando contra a calça. Ela sorriu, maliciosa. Pegou minha mão. Puxou-me para a cama de folhas macias. Sentamo-nos perto. Respiração dela roçava meu pescoço. Calor subia. Pele arrepiava. Conversas fluíam sobre magia, mas o ar crepitava desejo. Noites anteriores no lago, beijos roubados ao pôr do sol. Ela adormecida no meu ombro, cheiro dela inebriante. Agora, sozinhos. Mãos dela nos lacetes da minha túnica. Dedos longos deslizavam. Eu tremia. Desfiz os dela primeiro. Lento. Um a um. Corsage abriu. Seios perfeitos saltaram livres. Raros, firmes, mamilos rosados eretos. Meu fôlego parou. Ela gemeu baixo. Arqueou as costas. Eu circulei os seios com dedos leves. Pele de seda ardente. Ela ofegava. Beijei o contorno. Língua roçando. Mamilos endureceram mais. Chupei devagar. Ela cravou unhas nos meus ombros. Coração meu galopava. Sangue fervia. Tudo vermelho. Urgência crescia. Ela puxou minha túnica. Rasgou quase. Peito nu exposto. Dedos dela traçaram músculos. Beijos quentes na clavícula. Desceram ao umbigo. Meu pau pulsava dolorido. Ela desatou a saia. Tecido caiu. Culote fino de pele. Eu ajoelhei. Beijei tornozelos. Subi lambendo panturrilhas. Coxas tremiam. Cheguei ao centro. Cheiro almiscarado de desejo. Língua no tecido úmido. Ela gemia alto. Molhada. Escorria. Tirei o culote devagar. Buço castanho fino. Fenda rosada brilhante. Lambi o clitóris. Ela convulsionou. Quadris ergueram. Dedos nos meus cabelos puxavam. Gozo dela na boca. Doce salgado. Parou-me. Trocamos. Ela me empurrou na cama. Despindo calças. Meu pau saltou livre. Veias inchadas. Cabeça roxa reluzente. Ela sorriu faminta. Mão envolveu. Punhetou lento. Boca desceu. Envolveu glande. Língua rodopiou. Chupava fundo. Garganta apertava. Bolas contra queixo dela. Sucção voraz. Quase explodi. Ela parou. Subiu. Beijo molhado de pré-gozo meu.
Ela montou meu ventre. Olhos nos meus. Pegou meu pau. Alinhou na entrada dela. Quente. Escorregadia. Desceu devagar. Envoltório apertado. Vaginais virgens pulsavam. Dor e prazer no rosto dela. Eu gemi. Completa. Movimentos lentos. Ela cavalgava. Quadris giravam. Seios balançavam. Suor escorria vales. Unhas arranhavam peito. Acelerei. Empurrões profundos. Ela gritava. ‘Mais!’ Colisão de peles. Estalos molhados. Coração sincronizado em fúria. Virei-a de lado. Perna dela na minha cintura. Bombeava selvagem. Fundo. Mais fundo. Clitóris roçando púbis meu. Ela mordia ombro. Sangue quente. Gozo veio. Ondas. Ela apertou. Leite jorrou dentro. Espasmos eternos. Corpo tremia. Ela gritou nome meu. Colapsamos suados. Pegajosos.
A Febre
Calma desceu lenta. Pele ainda queimava ao toque. Corações batiam ritmados. Ela aninhada no peito. Dedos traçando cicatrizes. Beijo suave na têmpora. Noite inteira repetimos. Variações famintas. Manhã veio. Sabíamos do adeus. Voto de castidade me esperava. Última foda violenta. Lágrimas misturadas a suor. Partida ao amanhecer. Folha eterna no pescoço. Anos depois, Mendar le Sage, ainda sinto. Ela visita sombras. Amor élfico não morre. Cinzas quentes guardam brasa viva.



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