Confissão Picante: O Loft de Pele e Desejo Devorador em Aix

O monte-charge range devagar. Escuridão. Cheiro de luxo úmido. Sonia nos braços de Xavier, línguas se devoram. Eu ali, invisível. Coração martela. Pele queima só de olhar. Entramos no loft. Branco imaculado. Fourrures no chão, sedosas. Champanhe estoura. Trincamos. Mãos dele no pescoço dela. Sussurros. Hora passa. Ela some. Volta em casaco de raposa branca, enorme. Saltos altos clicam. Gira. Pele morena explode contra o branco. ‘Gostas de mulheres em pele?’ Ardentemente. Eu tremo. Mãos no ventre dela sobem. Seios apertados pela fourrure. Gemidos leves. Dedos dela mergulham no casaco. Saem molhados. Lambe. ‘Gosto do meu mel.’ Cinto abre. Lingerie vermelha. Sem cueca. Vulva aberta, pingando. Convite: ‘Só olha. Masturba-te.’ Eu obedeço. Pele arde. Coração explode.

Table baixa de mármore, coberta de chinchilla. Ela a quatro patas. Casaco cobre tudo. Ele abre calças. Pênis grosso salta. Ela mama. Babando. Fourrure nas coxas dele. Dedo no cu dele. Eu me despe. Fourrure no corpo nu. Punho na rola. Ritmo acelera. Gemidos. Ele goza na boca dela. Eu no chão. Olhos fixos. Banho juntos. Mãos ensaboadas. Eu punho ele. Ele a mim. Duros de novo. Casacos de castor nos nus. Voltamos. Ela se esfrega em fourrures. Goza sozinha. Nós assistimos. Ela a quatro. Ele lambe cu dilatado. Plug sai. Língua fundo. Polegar entra. Dedos todos. Fisto. Ela urra. ‘Tudo no cu!’ Punho inteiro. Ela se fode com isso. Pênis dele na buceta. Squirt jorra. Selvagem. Eu punho ele. Gozo no cu dela. Béu aberto. Ela chora de prazer. Pele em brasas. Suor pinga. Corações em fúria. Posse total.

A Febre

Corpos colapsam. Tremores. Ele a envolve em pele. Banho quente. Ela dorme. Eu visto. Arrumo. Rua fria morde. Dezembro gelado. Pernas fracas. Não gozei por eles. Corro pra casa. Mão na rola. Memória queima: fourrures macias, gemidos roucos, cheiro de sexo. Único. Devorador. Perigoso. Coração ainda acelera. Pele formiga. Cinzas quentes.

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