Enculada Selvagem em Lyon: Confissão de Fogo no Cu

Entramos no apartamento em Lyon. Portas batem. Anne salta no meu pescoço. Boca faminta na minha. Línguas se enroscam. Coração martela no peito. Pele arde. Mãos dela cravam nas minhas costas. Rasgo a blusa. Seios saltam livres. Mamilos duros como pedras. Chupo um. Mordisco. Ela geme baixo. ‘Mais.’ Dedos descem. Saia voa. Culotte caseira lá. Dois godes enfiados. Corrente trancada. Puxo a chave. Ela treme. Olhos vidrados. ‘Me fode.’ Urgência queima. Coração explode. Pele suada gruda. Ajoelho. Chupo a buceta encharcada. Língua no clitóris. Ela arqueia. Dedos no cu. Gode vibra dentro. Ela implora. ‘Tira isso. Me come agora.’ Pele em brasa. Respiração ofegante. Desejo vermelho. Total.

Deito ela na cama. Pernas abertas. Enfio a rola na buceta molhada. Ela cruza pernas na minha cintura. Cada estocada bate bolas nas nádegas. Forte. Selvagem. Seios balançam. Pego eles. Amasso. Pinço mamilos. Ela grita. ‘Sim!’ Ralo mais devagar. Chupo o clitóris inchado. Ela delira. Gemidos viram urros. Coloco de quatro. Rola na buceta. Saio. Aponta pro cu. Abro as nádegas. Empurro. Entra fácil. Preparado pelos godes. Bolas batem na buceta. Ela se mexe. ‘Gosto?’ ‘Sim.’ ‘O quê?’ Silêncio. Paro. Ela implora. ‘Me fode.’ ‘Diz.’ Voz rouca: ‘Gosto que me baises.’ Mais. ‘Gosto dos teus dedos nos peitos. Na buceta. Gode no cu e cona. Me chupas. Eu chupo tua pica.’ Acelero. Ela explode: ‘Sou puta. Encula-me. Trinca meu cu. Me defonde.’ Labuto forte. Ela treme. Cu aperta. Goza gritando. Eu gozo nas costas. Suor pinga. Corpos colapsam.

A Febre

Corpos exaustos. Pele ainda quente. Limpo o esperma. Ela suspira. ‘Meu cu pega fogo.’ Rio. ‘Feu no cu.’ Vestimos. Caminho pra estação. Ela manca. Cada passo dói. Mas sorri. Olhar cúmplice. No trem, dormimos. Vizinhos salvos. Noite de cinzas quentes. Memória grava. Único. Devorador.

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