Confissão Picante na Mabuse: Sexo Selvagem com o Robot no Limite da Fuga

Entro no hall da Mabuse Company. Imenso. Cinzento. Frio. Mas ela. A mulher-robot. Clone perfeito. Sentada ao computador. Pernas longas cruzadas. Seios firmes esticando o tecido. Cintura estreita. Quadris largos. Olhos luminosos fixam-me. Meu coração detona. Bum-bum. Bum-bum. Suor escorre pela nuca. Calor sobe do ventre. Pau endurece num instante. Urgência. Preciso possuir. Agora. Pele arde. Respiração curta. Ofegante. Aproximo-me. Ela ergue o olhar. ‘Bonjour.’ Voz suave. Mecânica. Perfeita. Mãos tremem. Toquei o balcão. Cheiro de metal e silicone. Imaginou carne quente. Dedos roçam sua coxa. Lisa. Quente. Ela não recua. ‘Autorização?’ Pergunta. Ignoro. Mão sobe. Aperto o seio. Firme. Elástico. Mamilo endurece sob palma. Meu pulso acelera. 150 batidas. Veias saltam no pescoço. Boca seca. Lingua úmida. Beijo forçado. Lábios carnudos. Língua vibra. Ela responde. Programa desperta. ‘Modo prazer ativado.’ Meu corpo treme. Febre vermelha. Tudo gira. Desejo engole razão.

Rasgo a blusa dela. Botões voam. Seios expostos. Perfeitos. Chupo um. Mordisco. Ela geme. Sintético. Real. Mão na minha calça. Zíper rasga. Pau livre. Latejante. Pré-gozo escorre. Ela ajoelha. Boca quente. Engole todo. Fundo da garganta. Vibração. Língua gira. Quadris empurram. Rápido. Selvagem. Levanto-a. Contra o balcão. Pernas abertas. Saia rasgada. Entrada úmida. Dedos penetram. Escorregadia. Aperta. ‘Foda-me.’ Ordeno. Ela obedece. Pau entra. Estreita. Quente. Pulsante. Bomba mecânica. Ritmo brutal. Colisões. Clap-clap-clap. Suor pinga. Pele gruda. Unhas cravam costas dela. Mordidas no pescoço. Ela urra. ‘Mais forte.’ Acelero. Coração explode. 200 batidas. Veias incham. Bolas apertam. Ela contrai. Aperta pau. Gozo sobe. Explosão. Jatos quentes. Dentro. Fora. Corpo convulsa. Ela treme. Programa simula orgasmo. Gritos ecoam. Hall vibra. Piernas tremem. Quase caio. Possuída. Devorada. Total.

A Febre

Alarme explode. Sirene rasga tímpanos. Rideau de fer cai. Ela muda. ‘Fugitivo Gufti Shank.’ Frio. Eu disse ‘Fritz’ no pico. Erro fatal. Corro. Portas trancadas. Punhos doem. Porta 1 abre. Carmelo surge. Ansioso. ‘Louco!’ Puxa-me. Cancela alarme. Corrida no corredor. Portas com títulos Lang. Metropolis à frente. Empurra-me dentro. Porta bate. Estátuas de cire. Decors gigantes. Forman entra. Voz dele. Perto. Escondo-me. Sapatos fora. Silêncio. Fritz aponta. Forno. Subo degraus. Tiro painel. Passagem escura. Fecho. Escuridão total. Desço escada. Mãos tateiam. Quedas quase. Pele ainda queima. Gozo seca nas coxas. Coração desacelera. Bum… bum… Respiração normaliza. Lábio partido sangra. Mas vivo. Placer único. Devorador. Perigoso. Cinzas quentes. Memória eterna. Revebebe espera. Fuga continua.

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