Confissão Picante: Minha Primeira Vez Devorada pela Anne-Marie na Laiterie

Na cozinha dela, o ar cheirava a gatos e cidre derramado. Acabávamos de remendar a porta. Mãos suadas se roçavam. Coração batendo como tambor. Ela me olha, olhos fundos atrás dos óculos grossos. ‘Tu puedes me beijar’, sussurra. Pele grossa, quente. Me aproximo. Lábios tremem. Ela avança. Boca úmida, língua grossa invade. Sabor de crêpes e desejo antigo. Mãos sobem pros seios pesados. Caio no abismo. Ela geme baixo. Chemisier abre. Sutiã cai. Peitos laiteux, veias azuis, mamilos escuros e duros. Chupo. Suo. Coração explode no peito. Pênis dói no jeans. Urgência queima. ‘Vamos pro quarto’, diz rouca. Puxa minha mão. Corredor escuro. Gatos miam ao fundo. Porta range. Quarto abafado, cama de madeira velha. Ela ajoelha. Desabotoa tudo. Meu pau salta, veias pulsando. Língua lambe a glande. Boca engole. Quente, molhada. Chupo ar. Vejo seus cabelos grisalhos bagunçados. Gozo rápido. Jatos brancos na cara dela. Ela cospe, ri. ‘Rápido demais, mas gostoso’. Beija com esperma no queixo. Corpo nu dela: barriga fofa, coxas grossas, pelos pubianos grisalhos. Linda na feiura. Medo some. Desejo vermelho engole tudo.

Douche apertada. Água morna escorre. Colados. Pele contra pele gordurosa. Mão dela na minha rola, branla devagar. Bolas apertadas. Eu toco a buceta dela. Guiada pros lábios inchados. Úmida, quente como lava. Dedo entra. Ela guia pro clitóris enorme, carnudo. Esfrega. Ela grunhe no meu peito. Cabeça tomba. Corpo treme. ‘Assim, mais forte’. Grita baixo, goza tremendo. Pernas fraquejam. Secamos nos beijando. Línguas selvagens. Cama nos chama. Ela deita, pernas abertas. Buceta aberta, rosada no meio dos pelos. ‘Vem, fode-me’. Pau duro de novo. Tento entrar. Escorrega. Ela ajuda. Cabeça fura. Quente, apertado. Empurro. Todo dentro. Ela urra. Unhas nas costas. Bombo. Pele bate em gordura. Suor pinga. Olhos nos olhos. ‘Mais forte, Damien!’. Acelero. Coração na garganta. Seios balançam. Chupo mamilo. Ela crava unhas. Pau incha. Gozo dentro. Jatos quentes. Ela aperta, morde meu ombro. Corpo convulsiona. Goza comigo. Selvagem. Sem filtro. Só carne e fome.

A Febre

Corpos colados na cama úmida. Respiração ofegante acalma. Pele ainda queima, grudenta de suor. Ela acaricia meu cabelo grisalho dela no meu rosto. ‘Foi bom, garoto’. Sorriso raro. Coração desacelera. Realizei. Pela primeira vez, não fugi. Ela era tudo: feia, velha, perfeita. Anos se passaram. Nos vimos sempre. Sexo melhorou. Mas dores dela pararam tudo. ‘Encontra uma jovem’, disse. Não encontrei. Ainda penso nela. Aquela noite, cinzas quentes no peito. Único fogo que me salvou. Pele marcada pra sempre.

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