Confissão Ardente: O Desejo que Revebebe Não Publicaria

O quarto escuro cheirava a cigarro velho e excitação reprimida. Eu estava sozinho, tela do computador iluminando meu rosto suado. Revebebe. As regras piscavam: nada de incesto, violência, menores. Recusas cruas. Cada ‘não’ me queimava por dentro. Meu pau endurecia lendo sobre viols rejeitados, humilhações banidas. Coração batia forte. Pele arrepiada. Ela chegou sem aviso. Minha amante secreta, a musa das histórias recusadas. ‘Leste as proibições?’, sussurrei. Ela sorriu, safada. Mãos nos meus ombros. Calor subia. Respiração ofegante. Olhos vermelhos de desejo. Toquei sua coxa. Macia. Quente. Ela gemeu baixo. Tudo vermelho agora. Urgência. Não aguentava mais.

Corpos colados. Boca na boca. Línguas brigando. Suor escorrendo. Ela rasgou minha camisa. Unhas cravadas. Meu coração trovejava. Puxei seu cabelo. Consentimento nos olhos dela. Selvagem. Sem filtros. Joguei-a na cama. Pernas abertas. Calcinha encharcada. Lambi devagar. Sabor salgado. Ela gritou. ‘Mais!’, implorou. Dedos dentro. Ritmo acelerado. Corpo tremendo. Montei nela. Pau pulsando. Entrego tudo. Estocadas brutas. Pele batendo. Suor voando. Seios balançando. Mordi mamilo. Dor prazerosa. Ela cravou unhas nas minhas costas. Sangue fino. Perdia o controlo. Gemidos ecoavam. Quarto girava. Gozo subia. Explosão. Ela veio primeiro. Contrações apertando. Eu depois. Jatos quentes. Corpo colapsando.

A Febre

Respiração pesada. Pele ainda queimando. Deitamos lado a lado. Coração desacelerando devagar. Suor secando frio. Ela traçava linhas no meu peito. ‘Isso eles publicariam?’, riu baixo. Sorri. Único. Algo nosso. Proibido só pelo risco. Revebebe ficava lá, regras intactas. Nós, cinzas quentes. Pronto pra mais.

Post Comment

You May Have Missed