Confissão Picante: A Ruiva do Elevador que Me Fez Perder o Controle
A porta do elevador fecha devagar. Uma mão a segura. Alice entra. Meu coração dispara como um tambor enlouquecido. Ela sorri, surpresa, mas os olhos petilham. Ar denso, cheiro de xampu fresco dela invade tudo. Corpo exausto da semana, mas agora pele queima. Lembro o tire-bouchon, as coxas pálidas, a ereção que não escondeu. ‘Tu me fiz dar pau ontem’, solto num sussurro rouco. Olhar dela vacila, lábios entreabrem. Pele arrepiada. Pego as mãos dela, quentes, suadas. Beijo feroz, línguas se chocam, baba escorre. Elevador para no meu andar há tempos. Mãos minhas sob o top dela, apertam peitos fartos, mamilos duros como pedras. Coração martela no peito, sangue ferve nas veias. ‘Vem comigo’, ordeno. Ela segue, pernas trêmulas. Porta bate atrás de nós. Nariz no pescoço dela, cheiro de mulher excitada. ‘Chupa meu pau’, mando firme. Ela cai de joelhos no hall, olhos famintos. Desabotoa o jeans, zíper raspa. Meu caralho salta, grosso, latejante. Boca dela engole tudo, quente, molhada. Língua gira no saco, succões ecoam obscenas. Floc-floc da garganta profunda. Bacia avança, fodo a boca dela. Gozo explode sem aviso, jatos quentes enchem a garganta. Ela engole tudo, ri com esperma nos lábios. Rimos juntos, alívio e fogo misturados.
Corpos colados no chão frio. Ela me arrasta pro sofá, nuisette voa. Pele rosada, sardas no colo, peitos balançam pesados. Coxas grossas se abrem, buceta raspada brilha de tesão. Montei nela como animal. Pau endurece de novo, enterro fundo na carne apertada. Ela geme baixo, unhas cravam minhas costas. Ritmo acelera, peles batem suadas, slap-slap ecoa no quarto escuro. ‘Me fode como puta’, implora. Viro ela de quatro, espio o cu rosado piscando. Clava na buceta encharcada, bolas batem no clitóris. Ela treme, suores escorrem pelas costas. Aperto as nádegas carnudas, marco vermelho. Gozo de novo, enchendo o ventre dela de porra grossa. Ela se vira, dedos mergulham na mistura, masturba furiosa. Olhos nos meus, provocantes. Corpo arqueia, goza gritando mudo, pernas convulsionam. Eu lambo o suor do pescoço dela, coração ainda galopando. Dias viram fúria: 17h, ela inventa desculpas pro Ludo. Bato portas, rasgo calcinhas dela. Mostro pornô ruiva gorda, ela imita, levrette perfeita. Pau entra lento, fundo, explode silencioso. Porra vaza, ela espalha no clitóris, goza plantando dedos.
A Febre
Corpos exaustos no lençol amarrotado. Pele ainda arde, marcas vermelhas nos quadris dela. Coração desacelera devagar, respiração ofegante vira suspiros. Rimos da loucura, da culpa que ronda. ‘Só sexo, temporário’, repetimos. Mas o ar cheira a sêmen e suor, único. Ela veste a nuisette encharcada, beija leve. Porta fecha, silêncio volta. No banho, água lava o corpo, mas o fogo lateja no peito. Pensei no texto, na musa ruiva. Publicado, emails chegam. Um dia, ‘Somos vizinhos?’. Coração para. Cinzas quentes, promessa de mais brasas. Vida dupla pulsa, esposa em Bourgogne ignora. Eu, mudado, impulsos devoradores.



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