Confissão Picante: A Rendição Selvagem de Flora no Meu Sofá
O restaurante atrás da gare cheirava a vinho e segredos. Luzes baixas. Mesas vazias. Eu esperava, coração martelando no peito. Flores gigantes escondiam meu rosto. Cada segundo queimava. Ela entra. Flora. Vestido colado ao corpo. Curvas que hipnotizam. Olhos famintos. A garçonete a guia. Eu me levanto. Ela pula no meu pescoço. Boca na boca. Línguas selvagens. Mãos nas nádegas dela. Aperto forte. Pele quente sob o tecido fino. Ela se esfrega. Meu pau endurece contra ela. Baixo as alças. Peitos nus. Mamas perfeitas. Dedos nos mamilos duros. Ela abre meu zíper. Serveuse tosse. Coloca biombos. Música alta. Nós isolados. Alcova improvisada. Levanto a saia dela. Calcinha encharcada. Ela geme baixo. Montei na mesa. Ela senta no meu colo. Enfio devagar. Quente. Apertado. Pulsante. Olhos nos olhos. Ritmo acelera. Corações disparados. Suor escorrendo. Unhas nas costas. Mordidas no ombro. Gozo dentro dela. Ela treme. Orgasmo violento. Queda juntos. Respiração ofegante.
Apartamento meu. Porta bate. Flores na mesa. Ela ri. ‘Lista negra no restô.’ Eu a arrasto pro sofá. Roupa voa. Nua. Corpo escultural. Pele dourada. Eu nu. Pau duro de novo. Ela ajoelha. Boca quente. Chupa fundo. Língua rodando. Garganta aberta. Olha pra cima. Olhos de puta. Puxo cabelo. Fodo a boca. Saliva escorre. Ela engasga. Ama. Levanto ela. Sofá range. Pernas abertas. Lambo a buceta. Molhada. Salgada. Língua no clitóris. Dedos dentro. Ela grita. Arqueia. Goza na minha cara. Jatos quentes. Eu monto. Enfio tudo. Forte. Profundo. Balanço violento. Peitos quicando. Mãos no pescoço dela. Aperto leve. Ela implora mais. ‘Fode mais forte!’ Pancadas ritmadas. Suor pinga. Corações em fúria. Viro ela. De quatro. Bato na bunda. Vermelha. Enfio no cu. Apertado. Ela urra. Dor e prazer. Dedos na buceta. Duplo. Insano. Gozo explode. Dentro. Ela convulsiona. Gozo dela molha tudo. Colapso. Emaranhados.
A Febre
Cinzas quentes. Sofá molhado. Pele colada. Respiração calma. Coração desacelera. Ela no meu peito. Dedos traçam tatuagens imaginárias. ‘Fiquei sem ar.’ Rio baixo. Beijo a testa suada. Olhos dela brilham. ‘Você é perigoso.’ Abraço apertado. Futuro incerto. Mas agora, único. Corpo dela treme ainda. Eco do prazer. Promessa de mais. Noites devoradoras. Perda total de controle. Pele queima. Marca eterna. Ela suspira. ‘Meu.’ Meu também. Silêncio visceral. Vivemos o proibido. Intensidade bruta. Nada resta. Só nós. Queimados. Satisfeitos. Prontos pro próximo fogo.



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