Confissão Picante: A Posse Selvagem no Vestiário do Concerto

O vestiário cheirava a madeira velha e perfume caro. Luzes fracas piscavam nas lâmpadas nuas. Eu esperava Frédéric, o coração já acelerado pelo concerto dele. A porta rangeu. Ele entrou, seguido por ela. Lina. Cabelos loiros cascateando, curvas apertadas num vestido que gritava provocação. ‘Mon amour, Lina vai me substituir nos teus concertos’, ele disse, sorriso inocente. Meu sangue ferveu. Olhos dela devoravam ele. Mãos dela roçavam o braço dele. Urgência subiu pela minha espinha. Pele arrepiada. Coração martelando no peito como um tambor de guerra. ‘Substituir?’, rosnei baixo. Avancei. Puxei o braço dele. ‘Fora, Lina. Agora.’ Ela piscou, surpresa. ‘Arina, eu só…’ ‘Vai-te embora. Ele é meu.’ Voz rouca, possessiva. Ela saiu, porta batendo. Frédéric me olhou, olhos arregalados. ‘O que foi isso?’ Mãos minhas no peito dele. Senti o calor sob a camisa. ‘Tu sabes. Ela quer-te. Mas eu tomo-te primeiro.’ Beijei-o com fúria. Língua invadindo, dentes mordendo o lábio inferior. Ele gemeu. Mãos dele nas minhas ancas. Apertei mais. Corpo colado ao dele. Saia subindo pelas coxas. ‘Aqui? Jérémy pode voltar’, sussurrou. ‘Cala-te. Quero-te agora. Perigoso. Total.’ Dedos cravados na nuca dele. Coração disparado, pulsando nas veias. Calor subia, vermelho nos olhos. Desejo devorador. Perdi o controlo.

Corpo dele contra a parede fria. Mãos minhas rasgando a camisa. Botões voando. Pele nua, quente, suada. Lambi o pescoço. Salgado. ‘Meu’, gemi. Ele agarrou meus seios por cima do vestido. Beliscou mamilos duros. Arqueei as costas. Fogo entre as pernas. Molhada já. Urgência carnal. Desabotoei a calça dele. Pênis duro saltou. Grossa veia pulsando. Apertei forte. Ele grunhiu. ‘Arina, fode-me.’ Virei de costas. Levantei a saia. Calcinha de lado. Ele empurrou. Entrou seco, fundo. Grito meu ecoou. Dor prazerosa. Ritmo selvagem. Coxas batendo. Suor escorrendo pelas costas. Unhas minhas na parede. ‘Mais forte. Possui-me.’ Ele obedeceu. Mão na boca minha, abafando gemidos. Coração trovejava. Pele queimava. Cada estocada multiplicava o prazer. Virou-me. Pernas ao redor da cintura dele. Parede sustentando. Olhos nos olhos. ‘Só tua’, ele ofegou. Mordi o ombro. Sangue leve no dente. Selvagem. Sem filtros. Orgasmo veio como avalanche. Corpo convulsionando. Ele gozou dentro, quente, jorrando. Pernas tremiam. Colapso nos braços dele.

A Febre do Ciúme

Respiração pesada. Corpos colados, suados. Pele ainda ardendo ao toque. Deslizei para o chão. Ele ajoelhou. Beijo lento agora. Línguas dançando suaves. Coração desacelerando, mas pulsar residual. ‘Perdoa-me pelo ciúme’, murmurei. Dedos traçando o peito dele. ‘Foi… intenso. Único.’ Ele sorriu, limpando suor da minha testa. ‘Tu és fogo, Arina. Perigoso. Viciante.’ Roupa desarrumada. Risos baixos. Porta trancada ainda. Mundo lá fora esquecido. Sensação de posse total. Marcada por ele, ele por mim. Unhas vermelhas na pele dele. Mordida no ombro. Cinzas quentes. Pronto para o concerto. Mas eu sei: o verdadeiro fogo foi aqui. Devorador. Nosso segredo suado.

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