Confissão Picante: A Noite em que Annabelle Me Fez Explodir

O loft de Annabelle cheirava a laranja e café. Sofá enorme, luz baixa. Ela voltou da cozinha com um prato. Queijos, uvas, pão. Sentou-se colada em mim. Perto demais. Meu coração martelava. Pele dela roçava minha coxa. Quente. Elétrica. ‘Come, Pénélope. Depois lês para mim.’ Voz rouca. Olhos cinza devorando os meus. Mordi uma uva. Suco escorrendo no queixo. Ela limpou com o dedo. Lambi. Salgado. Doce. Mãos trêmulas. Ela pegou um livro. ‘Lê isso. Erótico. Voz baixa.’ Abri as páginas. Palavras saíam ofegantes. ‘Ela gemia, corpo arqueado, dedos enfiados na carne molhada.’ Voz falhava. Annabelle ofegava ao lado. Mão na minha nuca. Puxou. Boca na minha. Línguas colidindo. Coração disparado. Peitos apertados. Suor brotando. ‘Continua.’ Ordens sussurradas. Li mais. ‘Ele a fodia contra a parede, unhas cravadas.’ Ela gemeu. Mão na minha coxa. Subindo. Calor entre as pernas. Molhada. Pulsando. Joguei o livro. ‘Não aguento.’ Beijei-a com fúria. Dentes batendo. Língua invadindo. Corpo dela tremia. Urgência. Posse. Tudo vermelho. Febre subindo. Imparável.

Corpos nus no sofá. Roupas rasgadas. Pele em pele. Calor insuportável. Annabelle me jogou de costas. Boca nos seios. Chupando forte. Mamelos duros. Dor prazerosa. Arqueei. Gritei. Coração trovejava no peito. Mão dela entre minhas pernas. Dedos mergulhando. Molhada. Escorrendo. ‘Tão apertada.’ Rosnado. Lambi seu pescoço. Salgado de suor. Desci. Boca no clitóris dela. Lambidas rápidas. Ela uivou. Coxas apertando minha cabeça. Ritmo selvagem. Fodia minha boca com os quadris. Meu coração explodia. Ela me virou. 69 feroz. Línguas devorando. Dedos fodendo buracos. Gemidos abafados na carne. Suor pingando. Unhas arranhando costas. ‘Mais forte!’ Gritei. Ela obedeceu. Três dedos dentro. Gozei primeiro. Espasmos violentos. Corpo convulsionando. Ela veio em seguida. Jatos quentes na minha cara. Selvagem. Sem filtros. Posse total. Coração acelerado. Respiração rasgada. Pele queimando. Orgasmo multiplicado. Ondas e ondas. Perdi o controle. Ela me montou. Tribbing furioso. Clitóris roçando. Fricção insana. Gritos ecoando no loft. Suor escorrendo. Corpos colados. Gozamos juntas. Explosão. Devastador.

A Febre

Corpos exaustos. Abraçados no sofá. Pele ainda fervendo. Coração desacelerando devagar. Suor secando. Cheiro de sexo no ar. Annabelle beijou minha testa. Suave agora. ‘Incrível, Pénélope.’ Voz cansada. Sorri. Pernas entrelaçadas. Dedos traçando curvas. Calor residual. Único. Nunca senti isso. Nem com homens. Nem sozinha. Olhos nos olhos. Cinza nos azuis. ‘Dormes aqui.’ Afirmativa. Aceno. Pele arde ainda. Memória pulsando. Vivemos o proibido. Perigoso. Total. Noite que marca. Para sempre.

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