Confissão Ardente: Vingança no Traseiro da Moto de Roland

A casa cheira a traição velha. Abro a porta. Armelle entra primeiro, olhos baixos, corpo ainda marcado pelo sol da piscina. Roland atrás, moto parada na rua, chaves no meu bolso. Coração martela. Pele queima. ‘Entra’, ordeno. Ela treme. Ele sorri, safado. Fecho a porta. Ar denso. Mãos suadas. Olho pra ela. Maillot colado, suor e sêmen seco. ‘Tira tudo’, digo rouco. Ela obedece devagar. Seios firmes saltam. Buceta inchada, lábios rosados. Meu pau endurece. Raiva e tesão se misturam. Roland ri baixo. ‘Tu queres o quê, Jean?’ Abro o zíper. Pau latejante. ‘Vocês dois. Agora.’ Ela engole seco. Olhar desafiador. Avanço. Mão no pescoço dela. Aperto leve. Respiração dela acelera. Corações em fúria. Pele em chamas. ‘De joelhos’, rosno. Ela cai. Boca abre faminta. Língua roça glande. Calor úmido. Meu pulso explode. Ele assiste, pau crescendo na calça. Toquei o abismo. Desejo vermelho engole razão.

Corpo dela arqueia. Boca engole meu pau inteiro. Garganta profunda, como fez com ele. Engasga saliva. Olhos lacrimejam. Eu empurro. Forte. Violento. ‘Toma, puta.’ Ela geme. Mão dela entre pernas, dedos mergulhando na buceta molhada. Roland se aproxima. Calça baixa. Pau grosso, veias pulsantes. ‘Minha vez.’ Eu saio. Ela vira. Engole ele voraz. Cabeça pra trás, garganta inchada. Eu atrás. Dedos na bunda dela. Buraco piscando. Cuspo. Enfio dedo. Ela grita na boca dele. Corpo treme. ‘Fode ela’, digo. Ele obedece. Puxa cabelo. Enfia pau na garganta. Eu alinho. Pau na buceta. Molhada pra caralho. Deslizo fundo. Ela explode. Quadris dançam. Ritmo insano. Pele suada cola. Corações galopam. Troca. Ele na buceta. Eu no cu. Estreito. Quente. Aperta pau. Ela urra. Duplo. Selvagem. Sem piedade. Unhas cravam costas. Suor pinga. Gemidos ecoam. Pau dele lateja dentro. Meu também. Posse total. Fúria carnal. Orgasmo sobe. Ela goza primeiro. Corpo convulsa. Jatos quentes. Nós explodimos. Porra enche buracos. Calor derrete tudo.

A Febre

Corpos colapsam. Pele pegajosa. Fôlego curto. Ela no meio, porra escorrendo coxas. Olhos vidrados. Eu deito. Coração desacelera. Roland ri fraco. ‘Boa vingança, hein?’ Silêncio pesado. Toquei o inferno. Prazer devorador. Ela vira. Mão no meu peito. ‘Jean…’ Não falo. Cinzas quentes. Raiva amainada. Mas fogo lateja fundo. Levanto. ‘Vão embora.’ Ela chora baixo. Ele veste. Saem. Porta fecha. Sozinho. Pele ainda arde. Gozo seco na barriga. Vingança consumida. Única. Irrepetível. Amanhã, divórcio. Mas esta noite… vivi o abismo. Impulso puro. Perigoso. Total.

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