Confissão Ardente no Clube Libertino: A Noite Devoradora com Linette

O parking de terra da grande ferme range sob os pneus. Cinquenta carros. Ar frio de dezembro. Linette desce, mini-saia de couro colada às coxas grossas. Olhar cúmplice. Coração acelera. Mãos suadas. Porta de madeira. Filas de casais. Ela aperta minha mão. ‘Prontos para o fogo?’ Sussurro rouco. Entro. Luzes vermelhas. Cheiro de sexo e perfume. Corpos roçam. Pele exposta. Uma loira nua dança. Mamas balançam. Meu pau endurece. Linette ri baixo. Puxa-me para o bar. Copo na mão. Olhos famintos varrem o salão. Um homem alto encosta nela. Mão na anca. Eu sinto o ciúme queimar. Mas é isso. Perigo. Ela vira. Beijo molhado. Língua invade. Coração martela no peito. Calor sobe. Saia sobe. Dedos tocam renda húmida. Ela geme no meu ouvido. ‘Quero-te agora.’ Escadas rangem. Quarto escuro. Colchão gasto. Porta entreaberta. Vozes gementes ao lado. Corpo dela pressiona o meu. Peitos esmagam peito. Mãos arrancam roupa. Pele quente. Suor brota. Respiração ofegante. Pau lateja contra barriga macia. Ela ajoelha. Boca abre. Chupa devagar. Olhos fixos nos meus. Febre consome. Tudo vermelho.

Corpos colidem. Ela de quatro. Saio da boca. Posso-a. Rabo alto. Entrada molhada. Empurro forte. Ela grita. Unhas cravam costas. Ritmo acelera. Pancada seca de pele em pele. Corações em fúria. Suor escorre. Mamas balançam pendentes. Agarro-as. Pinço mamilos duros. Ela implora mais. Viro-a. Pernas abertas. Mergulho fundo. Olhos vidrados. Boca aberta em gemido contínuo. Um estranho entra. Alto. Músculos. Linette estende mão. Chupa-o. Eu fodo mais forte. Ciúme alimenta raiva. Posse bruta. Ele goza na cara dela. Porra escorre. Ela lambe. Eu continuo. Ritmo insano. Corpo treme. Orgia explode. Mulher ruiva junta-se. Língua na minha bola. Dedo no cu dela. Tudo visceral. Gritos ecoam. Suor pinga. Pau inchado. Ela goza primeiro. Contrações apertam. Eu explodo dentro. Quente. Cheio. Corpo desaba. Mas não para. Novo homem. Ela cavalga. Eu atrás. Duplo. Esticada. Grita prazer. Noite devora. Sem filtros. Selvagem. Cada poro grita.

A Febre: O Desejo que Consome

Corpos exaustos. Cinzas quentes. Pele ainda arde. Deitamos no chão pegajoso. Respiração acalma. Coração desacelera. Ela aninha cabeça no peito. Dedos traçam suor seco. ‘Incrível.’ Sussurro. Olhos fecham. Memórias piscam. Traição de Anna longe. Vida nova. Linette sorri. Beijo suave. Vestimos devagar. Pernas bambas. Saímos. Ar frio morde. Carro ronca. Silêncio cúmplice. Mão na coxa. ‘Mais?’ Ela ri. Casa dela. Chuveiro quente. Sabão desliza curvas. Amor lento agora. Pele sensível. Abraço apertado. Sono vem. Sonhos de fogo. Acordo com sol. Café. Olhar novo. Algo único vivido. Perigo valeu. Prazer total. Controlo perdido. Encontro-me. Linette piscou. ‘Sábado?’ Sim. Febre espera.

Post Comment

You May Have Missed