Confissão Picante: Bananas e Gozo Selvagem nas Sombras de Budapeste
Caminhamos por ruas estreitas. Centro da cidade. Compra de gelados. Rua pedonal agitada. Lojas elegantes. Descemos à cave do restaurante. Fresco. Mesas separadas por painéis de madeira. Orquestra tzigane ao fundo. Ar folklorico. Comemos goulash picante. Vinho tinto forte. Frutas no fim. Cerejas vermelhas. Bananas firmes. Malika pega uma. Descasca devagar. Sorriso malicioso. Leva à boca. Mima chupada. Garçons andam. Para. ‘Olha o que faço.’ Levanta nappa longa. Roba sobe. Banana na cona. Entra lenta. Suspiro. Mão na mesa. Contrações. Vagina aperta. Olho fixo. Pau duro. Levanto nappa. Braguilha abre. Verga tesa. ‘Pé aqui.’ Sapato fora. Planta rugosa acaricia. Excitação louca. Olhos nos olhos. Silêncio. Prazer secreto. Pego mão dela. Ela goza. Corpo rígido. Relaxa. Sorriso. Tira banana. Úmida. ‘Dá-me.’ Lambo. Sabor dela no fruto. ‘Delicioso. Subtil.’ Partilho. Ela mima chupada. Croca. Eu igual. Para carícias. ‘Não gozes agora. Quero porra num sítio calmo.’ ‘WC?’ ‘Vamos.’



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