Confissão: A Dança Selvagem com Minha Salamandre
No quarto escuro do apartamento dela, o ar cheirava a suor e desejo. Salamandre abriu a porta. Nua sob a camisola fina. Seus olhos negros me devoraram. Meu pau endureceu num instante. Coração martelando no peito. Ela me puxou para dentro. Portas batendo atrás. Mãos dela nas minhas costas. Unhas cravando. Calor subindo. Pele arrepiando.
Eu a encostei na parede. Boca na dela. Línguas brigando. Fome pura. Mãos descendo. Apalpando curvas. Seios firmes. Mamilos duros como pedras. Ela gemeu baixo. Coxas se abrindo. Meu pau roçando nela. Tecido fino rasgando. Quente. Úmida. Coração acelerando. Respiração ofegante. Tudo vermelho. Desejo queimando veias. Eu queria possuir. Devorar cada centímetro.
A Febre
Ela me arrastou pro tapete. Pernas entrelaçadas. Mãos explorando. Dedos no meu cu. Pau latejando. Eu chupei o pescoço dela. Salgado. Suado. Ela mordeu meu ombro. Dor misturada ao prazer. Coração explodindo. Urgência total. Não aguentar mais. Mas resistir. Como nas salamandres. Dança nupcial eterna.
Corpos colados. Suor escorrendo. Ela montou em mim. Quadris girando devagar. Pau na entrada. Escorregadio. Quente como lava. Eu segurei as nádegas. Apertando forte. Ela desceu. Lento. Centímetro por centímetro. Gemido rasgando a noite. Envolvida. Apertando. Ritmo crescendo. Selvagem.
Eu a virei. De quatro. Entrei fundo. Pancadas fortes. Pele batendo em pele. Barulho molhado. Ela gritava. “Mais! Mais fundo!” Coração em disparada. Suor pingando. Dedos nos cabelos dela. Puxando. Possessão bruta. Ela gozou primeiro. Corpo tremendo. Contrações me sugando. Eu segurei. Bordas do abismo. Não ceder.
O Braseiro
Viramos de lado. Ela me cavalgou de novo. Mãos nos seios. Apertando. Boca no peito. Chupando forte. Marcas vermelhas. Ritmo insano. Pernas tremendo. Coração quase parando. Gozo dela escorrendo. Misturado ao suor. Eu a penetrei de novo. Dedos no clitóris. Círculos rápidos. Ela urrou. Orgasmo duplo. Corpo convulsionando.
Horas assim. Posições mudando. Boca no pau. Engolindo fundo. Garganta apertando. Eu na dela. Língua no cu. Dedos dentro. Tudo latejando. Dor nos ovos. Prazer insuportável. Ela implorava. “Goza! Goza em mim!” Mas eu negava. Controle total. Selvageria pura.
No chão frio agora. Corpos exaustos. Ela deitada em mim. Pele ainda quente. Coração desacelerando devagar. Suor secando. Ar pesado. Marcas roxas nos quadris dela. Meu pau mole no ventre. Ela sorriu. Fraco. Dedos traçando linhas na minha pele. Silêncio gostoso. Cinzas quentes. Senti vivo. Pela primeira vez. Algo único. Eterno.



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