Confissão Picante: Tirando a Sogra na Piscina do Camping

Junho. Calor sufocante no camping bretão. Piscina lotada de risos e água. Chegamos exaustos. Thérèse, minha sogra, recebe-nos sem sutiã. Seios pesados balançam sob o top rosa. Mamilos grossos marcam o tecido. Minha mulher critica. Eu defendo, piscando. Ela sorri. Pontos marcados. Pantacourt branco semi-transparente. Sem marcas de calcinha. Só imagino. Caminho atrás. Ancainho o olhar nas nádegas redondas. Nada por baixo. Ficelle branca, talvez. Corações aceleram. Chegamos à caravana. Jogo de pétanque. Equipes mistas. Olhos nela. Globos balançam a cada arremesso. Double sense: ‘Vou tirar, sogra’. Ela ri. ‘Quente nas nádegas’. Minha última bola: carreau perfeito. Vitória. Mas o desejo ferve. Almoço. Siesta do sogro. Piscina à tarde. Ela estreia biquíni marrom. Echancrado. Peitos generosos. Descemos tobogãs. Eu enfio o slip na racha. Ela imita. Nádegas brancas explodem. Boca seca. Plano na água. Ensino-a. Braços sob ombros, coxas. Ela afunda. Mão roça meu pau. Ereção inicial. ‘Rentrem as nádegas’. ‘São grandes demais’. ‘Adoráveis’. Esposa chama. Vamos sozinhos. Mão alta nas coxas. String de volta. Toque no ventre. pau endurece. ‘Ponto de amarração’. Ela agarra. Afundo. Ela pega direto. Saio do slip. Flutua agarrada à minha verga. Peito na mão. Nádegas na outra. Ela punheta devagar. Dedos meus na racha. Rasada. Molhada. Dedo entra fácil. Haletos dela. Ritmo acelera. Avanço ao canto. Champignon esconde.

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