Confissão Picante no Atelier do Gantier: Meu Êxtase Proibido
Entro no atelier do gantier. Ar pesado de couro cru. Coração martela no peito. Marin sorri, olhos famintos. Fecha a porta. ‘Para intimidade’, diz. Meu ventre pulsa. Ele mostra os étuis. Pele fina, cordões. ‘Escolha um para mim.’ Seu peito nu brilha de suor. Calças deslizam. Seu sexo ergue-se, grosso, veias saltadas. Pele quente queima meus dedos. ‘Umideça.’ Saliva escorre da minha boca. Cracho forte no gland. Ele geme baixo. Enfio o chevreau. Cordões apertam. Pulsa dentro do invólucro. Meu peito ofega. Botões cedem. Seios livres, mamilos duros. Ele devora com os olhos. ‘Na mesa.’ Pernas tremem. Deito nas peles ásperas. Costas ardem. Ele se aproxima. Fogo no ventre. Coração explode. Urgência me consome. Quero tudo agora.
Verge encapada pressiona minha fenda. Lábios se abrem. Entra devagar. Enche-me. Pele de chevreau roça paredes úmidas. Gemo rouca. Ele bombeia. Forte. Profundo. Couilles batem nas nádegas. Clitóris freme nos fios de sanglier. Ondas sobem. Corpo arqueia. Grito primal. Jorro me sacode. Ele não para. Puxa fora. Cordões soltam. Esperma jorra nos pés. Joelhos dobram. Ele empurra joelhos ao peito. Roseta exposta. ‘Não!’ Tarde. Enfia cru no cu apertado. Dor vira prazer. Estica-me. Cheio. Bombeia lento. Paredes finas vibram. Ventre todo em brasas. Grito ecoa. Ele controla o jato. Pressiona. Solta. Eu feio. Corpo balança como sino. Orgasmo rasga. Ele inunda meu reto. Quente. Cheio. Boca no clitóris. Língua lambe. Floresço de novo. Pernas fraquejam.
A Febre
Corpo mole nas peles. Suor esfria na pele. Coração desacelera. Sperma escorre coxas. Ele sorri. ‘Seguro assim.’ Viro devagar. Olhos se encontram. Segredo partilhado. Visto a robe. Pacote na mão. Saio trêmula. Rua gira. Chanoine passa. Ignoro. Ventre ainda queima. Cinzas quentes no peito. Vivi o proibido. Total. Devorador. Perigoso. Volto transformada. Pele marca o fogo. Prazer eterno.



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