Confissão Picante: A Jovem Agricultora Label Rouge na Minha Cama de Hotel
A porta do quarto se fecha. Castelnaudary lá fora pulsa com o banquete do cassoulet. Dentro, só nós. Mélanie, vinte anos mentidos para dezoito frescos, olhos famintos. Cheiro de fraise na boca dela. Eu a agarro. Corações trovejando. Pele quente como forno. Ela esmaga os peitos contra mim. Língua dela invade, selvagem. Suor brota. ‘Quero te beijar, ex-estudante de ciências’, rosna. Despimo-nos na ducha italiana gigante. Água escalda. Corpo dela Label Rouge: coxas firmes, bunda africana redonda. Mãos minhas apertam. Ela treme. Coração meu galopa. Dúvida: é virgem? Não. Dedos confirmam: molhada, aberta. Idade? Bac pro, dezoito em junho. Urgência explode. Vermelho total. Pele arde. Quero possuir.
Dedos no centro dela. Polegar fundo, índice no clitóris. Ela urra. Coxas contraem. ‘Mais forte!’ Obedeço. Corpo dela dança. Imagina amante invisível. Eu aperto. Ela goza violento. Contrações sacodem. Suspiros ecoam. Hotel inteiro ouve. Minha vez. Ela desce. Boca quente lambe. Mãos minhas nas nádegas. Aperto selvagem. Ela chupa, mama. Eu gozo no ventre. Sem filtro. Selvageria pura. Agora, preservativo. Ela guia. Entro. Calor devora. Ela crava unhas. Goza primeiro, incoerente. Eu sigo. Explosão. Suor pinga. Corpos colados, ritmos quebrados. Possessão total. Nada mais importa.
A Febre
Blanquette gelada desce. Pele ainda queima. Ela se aninha. Seios quentes no peito meu. Coração desacelera devagar. ‘Adoro foder assim’, diz. Risos. Planos: Lautrec amanhã, Peyrepertuse no fim de semana. Foda no castelo cathare. Mas agora, cansaço. Corpo exausto, satisfeito. Ela dorme primeiro. Eu miro o teto. Pele dela fuma. Vivemos o proibido. Perigoso, devorador. Único. Amanhã mais. Mas isso… eterno.



Post Comment