Confissão Picante: Azzuro e o Fogo Devorador na Toscana
Chego à suíte na Toscana de madrugada. O táxi me largou, arnaqueado como sempre. O céu azzurro me encara pela janela. Paolo abre a porta em cueca, bronzeado, cabelo desgrenhado. ‘Régine! O que fazes aqui?’ Seu cheiro de mar e sol me atinge. Coração acelera. Lembro o carteiro em Pantin. Sua boca gulosa no meu peignoir. Mas agora é ele. Meu latin lover falso. Jogo a mala no chão. Olhos vermelhos de raiva e fome. Ele tenta explicar. Calo-o com um beijo. Língua invade. Mãos apertam seu peito moreno. Pele quente queima meus dedos. Demarcation do bronzeado me excita. Sinto o pau endurecer contra minha barriga. Respiração ofegante. Peitos arfando sob a toalha. Quero devorá-lo. Vingança e desejo se misturam. Ele geme baixo. Eu comando. Arranho suas costas. Coração martela. Tudo fica vermelho.
Arranco a cueca. Pau duro salta. Engulo de joelhos. Olhos abertos, fixos nos dele. Boca veludo, como na canção. Chupo forte. Língua gira na glande. Ele agarra meu cabelo ruivo. ‘Porca miseria!’ grita. Eu acelero. Sucção profunda. Ele explode na minha garganta. Engulo tudo. Levanto. Ele me joga na cama. Rasga a toalha. Peitos livres balançam. Ele mama como lobo. Mordidas nos mamilos. Dor e prazer. Eu gemo alto. Vizinhos que se fodam. Monto nele. Pau entra fundo na buceta molhada. Cavalgada selvagem. Quadris batem. Suor escorre. Coração explode no peito. Ele vira. Dedo no cu. Eu imploro. ‘Fode-me o rabo!’ Ele obedece. Pau grosso invade. Dor rasga, prazer inunda. Bombeia forte. Eu grito. Corpo treme. Gozo rasgando. Ele jorra dentro. Quente, pegajoso. Não para. Viro de quatro. Olho o azzurro. Ele me possui de novo. Buceta, cu, boca. Ritmo animal. Pele colada em suor. Corações sincronizados na loucura.
A Febre
Desabamos. Pele ainda arde. Respiração pesada. Ele acaricia meu cu inchado. ‘Não te traí, amore.’ Eu sorrio. Não conto do carteiro. Limpo-nos no chuveiro. Água lava o suor. Mas o fogo lateja. Saímos à noite. Pizza e chianti. Ele jura fidelidade. Volto no trem. Segunda no trabalho. Gérard nota a cor. ‘Itália te faz bem.’ Pantin chove cordas. Vestido verde nos anões. Mas sinto o fantasma do prazer. Cinzas quentes no peito. Corpo marcado. Sorriso secreto. Azzuro na memória. Ele bronzeia lá. Eu aqui. Mas vivi. Total. Devorador. Perigoso.



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