Confissão Picante: Capuchinho Vermelho e os Três Porcos Devoradores
A noite caiu pesada na floresta escura. Bati à porta da casa de tijolos, com piscina brilhando ao luar e Mercedes reluzente na entrada. Coração acelerado, pele arrepiada pelo frio. A porta abre de supetão. Um porco baixo, pele oleosa, kimono verde aberto revelando uma ereção de 24 centímetros. Olhos de porco faminto me devoram. ‘Putain, t’es salement bien foutue’, grunhe ele. Meu corpo reage. Calor sobe do ventre. Mamilos endurecem sob o capuzinho vermelho curto, decote profundo expondo peitos firmes. Dois irmãos surgem, paus nas mãos, se masturbando. Um loiro como palha, outro moreno como madeira, o terceiro ruivo como tijolo no púbis. Ar úmido cheira a porco e tesão. ‘Posso passar a noite?’, pergunto, voz rouca. Eles riem, me cercam. Olhar fixo no porno na TV gigante: vadia engolindo paus. Meu clítoris pulsa. Desejo vermelho me invade. Quero ser comida viva.
O ruivo salta. Peso dele me joga no chão. Mãos de três dedos rasgam meu string vermelho, erguem saias. Deixo os saltos e meias intactos. Paus rígidos cutucam minha carne rosada. Coração martela no peito. Suor escorre entre seios. ‘Vou te foder, puta’, rosna o mais velho. Boca do loiro força meus lábios. Engulo o pau salgado, engasgo no cheiro animal. Um me penetra fundo, estica buceta molhada. Ritmo selvagem. Carne bate em carne. Gemidos ecoam. ‘Me soltem os braços, vou papaiar vocês’, suplico. Litros de porra quente jorram no meu bronzeado. ‘Próxima na boca!’, grito. Pele queima. Cada estocada multiplica o fogo. Eles trocam. Um no cu apertado, outro na boca, terceiro na xoxota. Dedo meu no cu de um: ele goza gritando, enche minha garganta.
A Febre
‘Três ao mesmo tempo, aposto que aguento!’, desafio. Paus invadem todos os buracos. Perdem o пари. Eu comando agora. ‘Me façam gozar!’. Mas caem exaustos, roncos de porcos. Sozinha, pego cenoura grossa. Esfregão clítoris inchado. Dedos irritam o capuchinho vermelho. Gozo tremendo, corpo convulso. Cinzas quentes na pele pegajosa de porra. Pernas moles, mas saciada. Unique, devorador. Levanto, saio pela porta. Floresta me chama. Casa da vovó espera. Mas essa noite… eterna febre em mim.



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