Confissão Picante: Sexo Selvagem na Cozinha Siciliana Antes da Sogra Chegar

A tarde siciliana derretia as pedras quentes sob meus pés. Sento-me à sombra, vinho branco fresco escorrendo pela garganta, revigorando o corpo exausto de tanto amor. Angela surge, robe verde-oliva colando nos seios fartos, bunda redonda, pele caramelada brilhando ao sol poente. Cabelos castanhos cacheados, olhos de amêndoa, boca carnuda. Meu coração acelera. Ela senta à minha frente, sorri, serve-se. ‘Estás pensativo, amor?’ Eu: ‘Admiro-te, minha musa.’ Ela ri, monta em minhas coxas, pernas abertas. Lábios se aproximam. Beijo lento vira voraz. Línguas dançam, saliva quente, respiração ofegante. Mãos dela descem, desabotoam meu calção. Pica dura pulsa nos dedos finos dela. Masturba devagar, cabelo sedoso roçando a pele, eletricidade sobe pela espinha. Gemidos escapam. Boca dela engole, língua enrola no tronco, sucção profunda. Quase gozo, ela para, sussurra rouca: ‘Vem foder-me na mesa da cozinha antes da minha mãe chegar.’ Corrida louca para dentro. Coração martela no peito, suor brota na nuca. Arrepio de perigo. Pele arde, desejo vermelho cega tudo.

Mesa de carvalho maciço. Ela deita, robe erguido, coxas escancaradas, bunda na beira. Cona molhada reluz, cheiro almiscarado invade. Entro num golpe, fundo, quente, apertada. Ela grunhe, unhas cravam minhas costas. Bombeio forte, pele caramelada contra a minha, suor escorrendo, pingando na madeira. Ritmo acelera, coração explode no ouvido. ‘Mais fundo!’, ela manda, taquinando. Paredes ecoam gemidos, pratos tremem nos armários. Risco da sogra: porta aberta, qualquer som a traz. Imagino-a a ver, olhos azuis famintos. Isso me enlouquece. Bombeio selvagem, bolas batendo, cona sugando. Ela cambra, ventre em brasa, ‘Quero que a mamã veja como me amas!’. Eu grito primeiro, jorro quente dentro dela, ondas de prazer rasgando. Ela vem atrás, urros roucos, corpo convulsionando, unhas rasgando mesa, pernas tremendo. Dez minutos de fúria animal, cada estocada multiplicada pelo medo. Corpo colado, suor unindo peles, respiração pesada. Calor residual queima.

A Febre do Desejo Irresistível

Desço devagar, pica mole escorregando, sêmen pingando coxas dela. Ela ri nervosa, ajusta robe, sobe escadas correndo, gozo a escorrer. Eu rembale rápido, glu glu na cueca. Passos na porta. Sogra Bettina entra, loira chignon, bronzeada, 55 anos, robe azul justo, seios altos, boca igual à filha. Olho a mesa: manchas úmidas, pelos pubianos. Pânico. Pego esponja, limpo frenético. ‘Não te dês ao trabalho, jantamos na varanda.’ Alívio. Sorrio, mas mente gira: gozei pensando nela a espiar. Olhos meus devoram: curvas conservadas, viúva há 5 anos. ‘Estás bem, Balou? Olhas sem ver.’ ‘Sim, Bettina!’ Ela ri alto, olhar cúmplice. ‘Ouvi gritos, discutiam?’ Silêncio gelado. Angela salva: ‘Mãezinha, fome de loba!’ Pele ainda queima, coração desacelera lento. Sento, vinho novo, cinzas quentes no peito. Amor por Angela eterno, mas faísca nova acesa. Sicília devora almas.

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