Confissão Picante: A Berline de Martine e o Fogo que nos Devorou
A berline alemã de Martine ronronava na noite chuvosa. Eu entrei, o cheiro dela invadiu-me logo: perfume maduro, couro quente, um toque de desejo reprimido. Ela ligou o motor, as pernas grossas cruzadas sob a saia vermelha justa. Os olhos dela cravados em mim, sorriso largo. ‘Para o meu apartamento, Ludo. Ou preferes um hotel?’ A voz rouca, anos de fumo e risos. Meu coração martelava. Toquei a coxa dela, macia, pesada. Ela acelerou, a chuva batia no para-brisas como tambores. ‘Louise falou tanto de ti. Diz que és fogo puro.’ Mão dela na minha virilha, apertando devagar. Meu pau endureceu num instante. O carro balançava nas curvas, eu sentia o suor na nuca. Ela riu baixo, abriu um botão da blusa. A carne abundante saltou, peito imenso, 110E pelo menos, veias azuis traçando mapas de prazer. Lambi os lábios. O desejo subia, vermelho, ardente. Parei a respiração quando ela encostou numa rua escura. ‘Aqui, agora. Não aguento mais.’
Corpos colados no banco de trás. Ela montou em mim, saia arriada, calcinha de lado. Meu pau mergulhou na dela, quente, molhada, apertada apesar dos anos. Grunhidos dela, animais. ‘Fode-me forte, rapaz!’ Unhas nas minhas costas, rasgando a camisa. Eu empurrei, ritmado, o carro tremia com a chuva. Peitos dela batiam na minha cara, suados, pesados. Chupei um mamilo, duro como pedra, ela gritou. Mão na bunda dela, carnuda, firme. Virei-a de quatro, entrei por trás, pau latejando. Ela gozou primeiro, corpo convulsionando, gemendo rouco. ‘Mais! Não pares!’ Eu acelerei, bolas batendo na pele molhada. Suor pingava, corações descompassados. Ela virou, ajoelhou-se, boca gulosa no meu pau. Língua experiente, vácuo perfeito. Segurei os cabelos grisalhos, fodi a boca dela. Gozei forte, jatos quentes na garganta. Ela engoliu tudo, olhos vitoriosos. Deitamos exaustos, ainda unidos.
A Febre
A chuva acalmou. Pele pegajosa, cheiro de sexo no ar confinado. Ela acendeu um cigarro, soprou fumo no meu peito. ‘Incrível, Ludo. Fazes uma velha sentir viva.’ Meu coração desacelerava, mas o fogo latejava baixo. Toquei a curva da anca dela, macia agora, satisfeita. ‘Vens mais vezes?’ Sorri, beijei o pescoço enrugado, salgado. ‘Sempre que quiseres, Martine.’ O carro frio, corpos quentes entrelaçados. Saímos devagar, pernas bambas. No apartamento dela, um chá quente selou a noite. Mas o braseiro ardia em mim. Louise tinha razão: isto era o começo. Cada cinza guardava uma faísca para o próximo incêndio.



Post Comment