Confissão Picante: Charité Romana com o Velho Vizinho de Alzheimer

O apartamento dos Lesur cheirava a limpeza recente. Portas fechadas com chave, mas o plano funcionou. Madame saiu para a missa. Corações batendo forte. Subimos as escadas, suor na palma das mãos. Lara ofegava, olhos selvagens. O quadro de Sauco queimava na mente. Leite transbordando. Velho nu, aureolado. Agora era real. Abri a porta devagar. Quarto escuro, cama de grades como prisão. Senhor Lesur ali, olhos vagos. Alzheimer roubara-lhe a mulher de cinquenta anos. Mas não o instinto.

Lara tremia. Desabotoou o vestido. Seios cheios, aréolas escuras, leite pingando. Ele piscou. Olhos arregalados. Pele enrugada esticou-se. Eu amarrei suas mãos atrás, suave. Cabeça entre as grades. Boca aberta. Primeira golfada na barba grisalha. Ele sugou. Lábios moles, sem dentes. Língua faminta. Lara gemeu baixo. Coração acelerado batia no meu peito. Calor subia. Tudo vermelho. Urgência de possuir. Ela nua sob o vestido. Cyprina escorrendo coxas. Pele em brasa.

A Febre

Ele bebia com apetite. Leite escorria no peito ossudo. Olhar dela convidava. Como no quadro. Intensidade crua. Meu pau endureceu. Ritmo cardíaco explode. Suor cola camisas. Ela sussurrou: Toma-me por trás. Agora. Não aguento. Levrette ali, ao lado da cama. Vestido erguido. Bunda molhada reluzindo. Entrei num golpe. Quente. Apertado. Ela mordeu o lábio. Não grites, Odilon dorme embaixo. Mas o prazer devorava.

Corpos colidindo. Selvageria pura. Seios balançando, leite espirrando nele. Ele sugava mais forte. Língua rodando no mamilo. Sensações multiplicadas. Meu quadril batendo nas nádegas suadas. Calor úmido engolindo-me inteiro. Ela arqueou. Unhas cravando lençóis. Ritmo frenético. Pele pegajosa. Cheiro de leite e sexo. Ele sorria beatífico. Drapejado levantava. Ereção velha pulsando. Tudo perigoso. Impossível parar.

O Braseiro

Orgasmos explodiram juntos. Minha porra enchendo-a. Leite dele pingando chão. Dois jorros na mesma batida. Corações martelando. Pernas fracas. Ela desabou sobre mim. Ele lambeu os lábios, olhos gratos. Limpeza rápida. Panos umedecidos. Essuyamos leite, suor, sêmen. Sorriso dele intacto. Vestidos arrumados. Saímos como estudantes de medicina. Madame volta. Pergunta se correu bem. Sim, ele está gaillard. Ela ri. Às vezes me draga, esquece que sou esposa.

Descemos. Pele ainda arde. Pernas bambas. Cheiro persistente. Vivemos o proibido. Charité real. Perigosa. Única. Cinzas quentes no peito. Lara sorri maliciosa. Quer repetir? Coração acelera de novo. Mas Odilon chora. Realidade volta. Por ora. Prazer total vale tudo.

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