Confissão Picante: O Cuir Negro da Minha Prof que Me Levou ao Delírio

No meu apartamento escuro, o ar pesado de desejo. Ela entra, Mme S., o meu furacão ruivo de 50 anos. Pantalão de couro negro colado às curvas atléticas, camisa vermelha esticada nos seios firmes. Coração aos saltos, pele a arder. Fecho a porta. Olhares cruzam como faíscas. Aproximo-me. Mãos tremem no seu rosto. Beijo-a. Lábios macios, quentes. Línguas dançam, urgentes. Corpo dela pressiona o meu. Sinto a ereção pulsar contra o couro rígido. Mãos descem, apertam as nádegas duras. Ela geme baixo, unhas cravam-me o pescoço. Ritmo cardíaco explode. Roupa voa. Camisa vermelha rasgada, seios livres, mamilos duros como pedras. Dedos traçam a pele suada. Ela empurra-me para o sofá. Olhos selvagens. ‘Quero-te agora’, sussurra rouca. Pele em chamas, suor escorre. Desço as calças dela. Couro range, cheiro de desejo invade. Intimidade exposta, molhada, convidativa. Coração martela. Tudo vermelho, febre total.

Ela ajoelha-se. Zipper aberto, pau salta duro, veias inchadas. Boca quente envolve-me. Língua gira, suga fundo. Gemidos ecoam. Mãos nos cabelos curtos ruivos, guio o ritmo. Sucção voraz, saliva escorre. Corpo treme, bolas apertam. ‘Vou gozar’, aviso. Ela acelera, engole tudo. Jatos quentes na garganta dela. Gozo brutal, pernas fraquejam. Ela lambe os lábios, sorri predadora. Levanto-a. Levo-a à cama. Deito-a, couro semi-arriado nas coxas. Pernas abertas. Mergulho na buceta depilada, cyprine doce inunda a boca. Língua fura, clitóris inchado. Ela arqueia, mão na minha nuca esmaga. ‘Mais forte!’, ordena. Chupo voraz, dedos entram, bombeiam. Ela grita, corpo convulsa, squirt molha lençóis. Agora eu. Pau rígido outra vez. Glande na entrada húmida. Empurro fundo. Carne quente aperta. Ela crava unhas nos rins. ‘Fode-me forte!’. Obedeço. Estocadas selvagens, couro range contra pele. Peitos balançam, suor pinga. Ritmo animal, camas range. Ela goza gritando, contrações milkam-me. Não paro. Vira-se de quatro. ‘Agora o cu. Lubrifica.’. Pena, confesso: ‘Primeira vez.’. Ela ri, guia. Dedos lubrificam buraco apertado. Pau posicionado. Empurro. Anel cede, calor insano envolve. ‘Vai, fode o cu da tua prof!’. Estoco devagar, depois feroz. Ela urra, mão no clitóris. Goza anal, corpo treme. Eu explodo dentro, sêmen farta o cu dela. Colapso.

A Febre

Corpos colados, suor frio agora. Respiração acalma, coração desacelera. Pele ainda queima ao toque. Ela vira-se, beija suave. ‘Amo-te’, digo. Olhos dela brilham. ‘Loucura nossa, mas única.’. Abraço apertado, cheiro de sexo paira. Dedos traçam costas. Silêncio quente. Sinto paz no proibido. Ela, a prof severa em couro, agora minha. Cinzas fumegam, promessa de mais fogo. Amor devorador nasce aqui, na cama suja de nós.

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