Confissão Picante: O Fogo da Varanda com Vizinhos Selvagens

A varanda do meu apartamento em Nice. Noite quente. Pizza devorada. Vinho tinto queimando na garganta. Pernas pesadas. Potinho de gelado na mão. Encostada à grade. Cidade lá em baixo. Luz acende na janela ali em frente. Casal entra aos tropeções. Loira bouclée colada ao tipo. Boca devorando boca. Coxas enroladas na cintura dele. Braços apertados nos ombros. Caem na cama. Ele arranca o top dela. Ela pede cortinas. Voilages fecham. De fora, vejo tudo.

Coração acelera. Pele arde. Inveja do corpo dela. Pernas finas. Rabo firme. Barriga lisa. Eu, com trinta e tal, pós-parto. Olho para ele. Bad boy falso. Cabelo comprido. Bouc ridículo. Mas gestos brutos. Animais. Enrola o fio dental nas coxas dela. Atira para o ar. Sigo com os olhos. Quarto de miúda. Froufrou. Amarelo laranja. Ele agarra ancas. Levanta-a. Mãos debaixo do rabo. Puxa coxas. Abre-as nos ombros. Cabeça mergulha na cona. Raspa? Loira natural?

A Febre

Ela franze sobrolhos. Morde lábios. Mãos nos lençóis. Solta. Ele insiste. Ela trava. Barba no períneo. Irrita. Eu sinto. Unhas no meu. Picapau. Ela vira. Rabo perfeito na cara dele. Preservativo. Entra de uma. Ela arqueia. Ele martela. Selvagem. Bestial. Mão na minha cona. Dedos entram. Ritmo igual. Suspiros escapam. Vinho no golo. Coração galopa. Pele suada. Ar noturno fresco nos mamilos. Saem da camisola. Clitóris inchado. Dedos no G. Procuro a protuberância. Lá está. Ondas crescem.

Joelhos no sofá virado. Barriga no encosto. Posição de cadela. Imagino-o em mim. Rastacueira falso. Ela submissa. Cara no colchão. Ancras oferecidas. Ele metade do caminho. Eu longe. Vinho empata. Mas insisto. Dedos furam. Clitóris roçado. Vizinhos ao lado? Podem ver. Excita mais. Coração explode. Calor sobe. Vermelho total. Urgência de possuir. De ser possuída.

O Braseiro

Ele trava. Goza cedo. Ela vira. Gritos. Janela abre. ‘Pré-coce! Sai!’ Roupas pela janela. Ele grunhe. Ela ri. Ele sai. Ela na janela. ‘Não sou Noémie!’ Levanta dedo médio. Chupa. Aponta cona. Desaparece. Luz off. Eu fico. Frustrada. Dedos param. Excitação morre. Luz volta. Ela na cama. Lenços. TV. Luz off.

Eu, de joelhos. Cona latejante. Frustração engole prazer. Borrifada acabada. Vinho no fim. Whisky duas golfadas. Quarto. Caio na cama. Sem lençóis. Sono pesado. Cinzas quentes na pele. Corpo ainda treme. Memória do fogo. Único. Devorador. Perigoso. Amanhã, vergonha? Não. Só saudade do vermelho.

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