Confissão Picante: A Devoração Selvagem de Isabelle por Vladimir

Domingo ensolarado na casa ampla perto da floresta de Rambouillet. Quarto de Isabelle cheira a desejo acumulado. Vladimir entra, olhos famintos. Ela arranca roupas dele. Pele quente colide. Corações martelam. Mãos ávidas exploram curvas. Seios firmes endurecem sob dedos russos. Ele cheira axilas suadas, buço úmido. Nariz enterra na mata pubiana. Cyprine escorre. Ela geme baixo. Pernas tremem. Calor sobe, vermelho toma tudo. Ele lambe vulva inchada. Clitóris pulsa como peixe vivo. Ela arqueia costas. Ritmo cardíaco explode. Urgência de posse queima. ‘Toma-me agora’, implora. Ele rosna. Verga grossa ergue-se, veias saltadas. Preservativo rola devagar. Ela abre coxas. Entrada lubrificada implora invasão.

Corpos colam suados. Ele avança missionário. Pausa sem dor, só plenitude. Vagina distende ao limite. Ela ofega, peito arfa. Ele sai, vira levrette. Peneira fundo. Ela ruge, unhas cravam costas. Vaivéns aceleram. Muque usa adapta ao monstro. Ela sobe, Andromaque. Controla ritmo. Mãos dele malaxam nádegas. Dedo úmido fode cu. Balançoire agora, costas viradas. Ele guia, fode selvagem. Imagens lubricas invadem mente dela: hordas de paus gigantes. Face a face, beijos ferozes. Seios doem de tesão. Chatte dilatada. Ele respira pesado. Gozo simultâneo rasga. Ela grita, corpo convulso. Ele jorra, preso no látex. Extase total, devorador.

A Febre

Pele ainda ferve nas cinzas. Suor seca lento. Corações desaceleram. Ela se ergue, pernas moles. ‘Onde aprendeste assim?’, pergunta rouca. Ele sorri tímido. ‘Na rua, sobrevivi. Mulheres ensinaram. Uma viúva de 45, três filhos. Dias inteiros de lições.’ Ela ri, beija. ‘Aluno perfeito.’ Chuveiro juntos. Água lava pecados. Risos ecoam. Vestem-se devagar. Olhos brilham. Casa pulsa com segredos. Paixão perigosa, mas viciante. Único, eterno.

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