Confissão Picante: Um Dia de Fogo no Hotel com Sophie
A suíte do hotel no Vieux-Port cheira a lençóis frescos e proibição. Meu coração martela no peito. Sophie entra, robe vermelha colada às curvas. Olhos famintos. Porta fecha. Braços ao meu pescoço. Beijo urgente. Línguas se chocam. Calor sobe. Pele arde. Mãos descem. Sinto a renda fina. Culote alto, fio entre as nádegas. Ela geme baixo. Eu endureço. Pressiono contra seu ventre firme. Ela oscila. Fogo acende.
Removo a robe. Seios balançam no sutiã balconete. Depilada. Pubis liso. Dedos exploram. Encontro o piercing. Barra de metal une lábios. Clitóris preso em laço. Surpresa. Ela ri no meu ouvido. Língua lambe. Frissons explodem. Ajoelho. Puxo a renda. Lábios tocam. Língua desvenda o metal. Ele cai. Chupo o clitóris inchado. Dedo entra. Quente. Molhado. Ela treme. Mãos nas têmporas. Pressiona. Goza rápido. Cyprine escorre. Beijo-a. Sabor dela na boca dela.
A Febre
No ar, desejo ferve. Corações galopam. Urgência de possuir. Ela me arrasta à cama. Eu caio sobre ela. Olhos castanhos devoram. ‘Que bela és.’ Beijo seios por cima do sutiã. Desabotoo. Mamilos eretos. Chupo voraz. Língua gira. Ela arqueia. Quadril pressiona minha coxa. Geme alto. Goza de novo. Só nos seios. Inacreditável. Meu pau pulsa. Presemem vaza.
Ela vira o jogo. Desabotoa camisa. Beijos descem abdômen. Cinto abre. Calças caem. Pau livre. Língua lambe pré-gozo. Boca engole. Quente. Molhada. Sucção profunda. Olho no espelho. Ela nua, só saltos. Cúlo erguido. Eu me sento. Ela chupa. Eu fodo a boca. Ritmo acelera. Garganta profunda. Dentes roçam. Explodo. Jorro na garganta. Ela goza junto. Treme. Engole. Cospe um pouco na minha boca. ‘Polyamour.’ Beijo feroz.
O Braseiro
Corpos colados. Suor mistura. Ela cavalga pau semi-duro. Desliza vulva. Endureço. Penetro. Quente. Apertado. Movimentos selvagens. Missionário. Levrette. Cu dela bate nas coxas. Unhas cravam. Gritos ecoam. Gozamos juntos. Vezes sem conta. Posições se fundem. Bruma de prazer. Peles quentes. Corações em fúria. Posse total.
Almoço rápido. Sanduíche. Frutas. Ela diz: ‘Sexo é sagrado. União de almas.’ Meu pau acorda. Voltamos. Mais foda. Suor pinga. Lençóis encharcados. Gozos múltiplos. Cérebros fodidos primeiro.
Cinzas caem. Pele ainda queima. Abraçados. Respiração acalma. Olhos nos olhos. ‘Eu te amo.’ Ela sorri. Único. Inesquecível. Cérebro marcado. Desejo eterno. Hora de partir. Mas o fogo crepita baixo. Encore.



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