Confissão Picante: Meu Dia Devorador com Blandine na Praia Isolada dos Anos 80
O scooter ruge pela trilha estreita. Blandine colada nas minhas costas. Seus peitos fartos esmagam-se contra mim. Mãos descem. Direto no meu pau duro. ‘Tu bandes!’, ri ela no meu ouvido. Coração explode. Suor escorre pela nuca. Chegamos à praia deserta. Água azul lambe as pedras. Árvores escondem o paraíso. Estendo as toalhas. Ela tira o vestido. Biquíni negro mal tapa aqueles melões. Olhos famintos. ‘Um beijo grande?’, pede. Nuos em segundos. Corpo dela contra o meu. Pele quente. Suada. Mãos nas nádegas dela. Macias. Ela geme baixo. Cabeça no meu ombro. Pau roçando sua barriga redonda. Beijo vem. Línguas se enroscam. Fome pura. Corpos se esfregam. Coração martela. Respiração ofegante. Ela pressiona os peitos no meu peito. Nibis duros. Eu perco o ar. Mãos exploram. Coxas grossas. Pubis loiro. Ela ri: ‘Tu gostas, hein?’. Desejo vermelho. Urgente. Implacável.
Deitamos nas toalhas. Beijos selvagens. Ela por cima. Coxas apertam minha cintura. Língua invade minha boca. Mãos apertam meus bagos. Eu chupo seus peitos. Enormes. Pesados. Mamilos rosados endurecem na minha língua. Ela arqueia as costas. ‘Aaaah!’. Suor pinga. Meu pau lateja entre suas pernas. Ela desce. Boca quente engole tudo. Sucção voraz. Língua gira na cabeça. Eu gemo. Coração na garganta. Ela cospe. Lambe. Engole fundo. Duas vezes. Eu tremo. Depois, titjob. Peitos apertam minha vara. Macios. Escorregadios de suor. Eu meto entre eles. Ritmo animal. Gozo explode. Jatos brancos nos melões dela. No queixo. ‘Porco!’, ri ela, lambendo. Eu a deito. Boca no seu sexo. Fenda molhada. Cheiro forte. Língua entra. Ela urra. ‘Ooooh!’. Dedos nos cabelos. Quadris sobem. Cyprine alaga minha cara. Ela goza. Corpo convulsa. Gritos ecoam na praia vazia. Não paro. Chupo mais. Segunda onda. Ela luta. ‘Não! Aaaah!’. Terceira. Corpo treme violento. Pernas tremem. Ela desaba. Exausta. Molhada.
A Febre
Sessenta e nove no fim. Cara dela no meu pau. Boca no dela. Sabores mistos. Salgado e doce. Tremores simultâneos. Gozo na garganta dela. Ela goza na minha boca. Ondas finais. Depois, banho no mar. Água fria apaga o fogo. Beijo salgado. Olhos nos olhos. ‘Adoro assim’, diz ela. ‘Tu controlas-te bem’. Conversa nua na areia. Confissão dela: ‘Não eras o primeiro. Mas os outros, rapazes e homens, nulos. Pensava ser lésbica’. Ri. ‘Agora, bi!’. Eu sorrio. Coração acalma. Pele ainda queima. Mãos dela no meu braço. ‘Não me forces. Gosto dos preliminares’. Aperto-a. Beijo leve. Sol baixa. Guardamos tudo. Scooter de volta. Ela colada. Mãos safadas. Chegamos. Clara e Donia esperam. Versão inocente para os adultos. Noite cai. Corpo marcado. Memória eterna. Aquela porta abriu o inferno bom. Férias só começam.



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