Confissão no Escuro: O Desejo que Me Consumiu no SunCenter
A sala adjacente cheirava a madeira úmida e aventura proibida. Escuridão densa, só uma janela deixando filtrar luar fraco sobre árvores imóveis. Hadrien me plaqua contra o vidro frio. Meu coração martelava, selvagem. Pele arrepiada, suor brotando nas costas. Ele no meu encalço, mãos grandes no meu ventre, hálito quente no pescoço. ‘Não me vira ainda’, murmurou, voz grave agora normal. Eu tremia. Dedos dele subindo devagar, roçando a curva dos seios sob o bikini fino. Respiração ofegante. Meu corpo traía, quadris se arqueando pra trás, colando no dele. Duro. Urgente. Ele roçou os lábios na minha orelha. ‘Tu me fazes perder a cabeça, pequena esquilo.’ Frémis inteira. Mãos dele descem, apertam minhas coxas. Calor explode no baixo ventre. Eu gemo baixo, virando o rosto. Ele me beija ali, na nuca, língua traçando trilha molhada. Coração na garganta. ‘Hadrien…’, sussurro, chocada mas faminta. Ele ri rouco, mãos subindo de novo, apertando peitos com fome. Mamilos endurecem instantâneo. Ele torce devagar, e eu arqueio, gemendo mais alto. Desejo vermelho, voraz. Pernas moles. Ele me gira devagar, olhos brilhando no escuro. Sem óculos, rosto afiado, lábios entreabertos. Puxa-me contra ele. Boca na minha, feroz. Línguas se chocam, suculentas, urgentes. Mãos dele no meu rabo, apertando forte, erguendo-me. Eu enrosco pernas na cintura dele. Vidro nas costas, corpo dele na frente. Perfeito inferno.
Corpos colados, suor escorrendo. Ele me devora. Boca desce no pescoço, chupando forte, marcando. Eu arranho costas dele, unhas cravando. ‘Quero-te agora’, rosna ele, voz gutural. Rasga o laço do bikini superior. Peitos livres, ar frio os endurece mais. Boca dele os captura, sugando voraz. Eu grito baixo, prazer lancinante. Mão dele desce, invade o bikini inferior. Dedos molhados no meu sexo encharcado. Circula o clitóris, lento, torturante. Eu me contorço, quadris empurrando contra ele. ‘Tão molhada pra mim’, murmura, enfiando um dedo. Depois dois. Bomba dentro, ritmado. Eu mordo ombro dele, abafando gemidos. Ele acelera, polegar no clitóris. Ondas de prazer sobem, coração disparado. ‘Vem, Nadège’, ordena. Eu explodo, corpo convulsionando, grito engolido na boca dele. Ele não para. Tira o short, pau duro roçando minha entrada. ‘Diz sim’, implora, olhos selvagens. ‘Sim, fode-me’, exijo, voz rouca. Ele entra num golpe, preenchendo-me total. Groanho alto. Ele para, pulsando dentro. Depois mete forte, selvagem. Cada estocada sacode meu corpo contra o vidro. Pele batendo pele, suor pingando. Mãos dele no rabo, guiando mais fundo. Eu cravo unhas, pernas apertando. Ritmo insano, visceral. Ele rosna no meu ouvido, ‘Minha’. Eu gozo de novo, apertando-o forte. Ele acelera, grunhindo, explode dentro, quente, jorrando. Corpos tremendo juntos, colados, exaustos.
A Febre
Ele desliza pra fora devagar. Pernas fraquejam, ele me segura, deitando no chão frio. Pele ainda em brasa, corações batendo em uníssono. Suor seca lento, cheiro de sexo no ar. Ele me cobre com o corpo, beijos suaves agora. ‘Não te solto mais’, sussurra. Eu sorrio, dedos traçando seu rosto. Choque passou, só paz carnal. Corpo mole, marcado por ele. Mordidas, arranhões, sêmen escorrendo. Único. Intenso. Perigoso. Abraçados na escuridão, respiração acalmando. ‘Meu irmão postiço virou meu amante’, penso, rindo baixo. Ele beija minha testa. Cinzas quentes, promessa de mais fogo. Vida mudou no breu de um blind date.



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