Confissão Picante no Palácio da Justiça: Desejo Devorador e Proibido

São 9h da manhã no Palácio da Justiça. Cheguei há quinze minutos. Estacionei na rua ao lado após rodar o prédio. Freio de mão puxado. Motor desligado. Olho no retrovisor: cara cansada. Passo batom vermelho. Moral alta. Hoje, conciliação com o juiz, ex-marido Louis e meu advogado. Nervos à flor da pele. Medo do desconhecido, do ex, do tribunal. E dele, meu advogado. Tudo misturado. Cabeça borbulhando. Se fumasse, acenderia um. Não bebo. Meu vício? Sexo. Agora não. Ou será? Vejo ele acenando no topo da escadaria de pedra. Multidão agitada: risos, gritos. Coração dispara. Primeira vez de robe nele. Impressiona. Imponente. Penso em escoceses sem nada sob o kilt. E ele? Nada sob a robe? Calma. Dez degraus para me controlar. Dez: bolas peludas de escocês. Nove: pau duro sob a robe. Oito: foco no proibido. Sete: pau dele ereto, apontando o tecido negro. Seis: preto é luto, sê séria. Cinco: eu molhando. Ele banda? Quatro: segure-se. Três: cheiro do perfume dele. Dois: toda molhada. Um: olhos gritam pau. Zero: aperto de mão. Ele sorri, lubrico. Fundo. Juiz com atraso. Sala tranquila para revisar dossiê. Meu ajuste é com a buceta: mini-string e meias, gotejando pelas coxas. Corredor no primeiro andar. Menos gente, mais escuro. Sons abafados. Porta lateral. Sala de audiência abandonada. Madeira, teto alto, sem janelas. Luz apagada. Maleta no banco. Dossiê grosso. Meu string na borda. Coro até as orelhas. ‘O que acha da roupa?’ ‘Intimidadora.’ ‘Por quê?’ ‘Curiosa com o debaixo.’ ‘Venha verificar.’ Aproximo. Pega minha mão, enfia na ‘bolsa’. Fundo falso. Pau duro, cabeça melada. Como criança pegando doce. Mas eu sou mulher. Agarro firme. Bombo devagar. Endurece. Dedos no saco. Cheiro primal. Ajoelho sob a robe. Ele senta no banco, pernas abertas, mão na minha cabeça. Cheiro de pau, saliva, sabão, perfume. Nariz no sexo. Molho como cachoeira. Chupo. Engulo o máximo. Longo demais. Gemidos dele. Saliva escorrendo. Sêmen subindo. Boca cheia. Apetite maior. Saio. Ele me deita no banco. Sai a saia. Meias, portaligas. Beija buceta pelo pano. Quente, frio. Puxo nuca dele. Língua no buraco. Perto, fundo. Banco escorregadio de molho. Mãos nos peitos. Mamilos duros. Língua no clitóris. Chupa. Grito. ‘Cala.’ Gravata na boca. Bafo gemidos. Aspira clitóris. Perco juízo. Corpo teso. Gozo forte. Pantelante. Ele brilha de mel. Gode da maleta. Grosso. Enfia devagar, seco. Arqueio. Vai-vem. Substitui por pau com camisinha verde. Pernas no peito. Alterna: pau, gode. Lusos. Gode no cu. Lubrifica com saliva, dedos. Entra. Miaulo abafado. Pau na frente, gode no cu. Ritmo feroce. ‘Gosta de ser vadia nos buracos.’ Sim. Ecartelada. Orgasmo sobe. Ela surge: fundo da sala. Cabelos longos negros. Alta, roliça. Seios fartos, bunda grande, 50 anos. Pulôver verde justo, saia fenda, botas. Quanto tempo? Ele vê. Sem pânico. ‘Maître, juiz em meia hora.’ ‘Fique, junte-se.’ ‘Coração ou cu?’ Ela se aproxima. Eu congelo. Ele pistona mais. Ela ofega. Mão sob saia. Masturba. Eu derreto. Mão na dela. Toisa pubiana frisada. Dedo no mel. Clitóris. Ela sobe na mesa. Sem calcinha. Motto quente na cara. Cravata fora. Agarro bunda. Lamba. Chuva de gozo. Ela pega gode no cu meu. Gira. Dedos na buceta. Ele se punheta. Ela goza na cara. Ele ejacular no rosto dela. Eu termino com gode no cu. Gozo alto. Juiz espera. Pele queima. Cinzas quentes. Único. (612 palavras)

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