Confissão Ardente: O Ménage Proibido no Hotel que Devorou Minha Alma
A suíte de hotel cheira a lençóis frescos e tensão. Hora tardia. Fumo duas cigarros na rua, coração martelando. Entro. Tu surtas ao som da porta. ‘Ele está aqui?’ Perguntas, voz trêmula. Beijo-te devagar, lábios macios. Mão no teu peito, através do top. ‘Tudo bem, paramos se quiseres.’ Bandeau nos teus olhos. Beijos descem. Ele entra quieto, senta-se. Eu continuo, desabotoo o sutiã. Seios livres, quentes. Ele junta-se. Lábios dele no teu pescoço. Eu abaixo, língua na tua intimidade. Molhada já. Coração explode. Pele arde. Urgência cresce. Despimo-te toda. Nuas as três almas. Dedos dele inquisidores nas tuas nádegas. Tu gemes baixo. Febre sobe. Vermelho no sangue. Não há volta.
Corpos colidem. Selvageria pura. Tu chupas-me, depois ele. Boca gulosa, saliva escorrendo. Eu entro em ti, fundo. Ritmo animal. Tu montas-me, quadris girando. Ele atrás, dedos abrindo caminho. Pendes-te, beijas-me. Ele penetra o teu cu. Lento no início. Dor e prazer mistos. Gemido rouco. Nós os dois dentro de ti. Preenchida. Movimentos sincronizados. Suor pinga. Corações galopam. Pele colada, escorregadia. Unhas cravam nas minhas costas. Orgasmos violentos. O teu primeiro, corpo convulso. Eu gozo dentro, quente. Ele na tua boca. Tremes toda. Intensidade devora. Sem filtros. Carne crua. Posse total. Gritos abafados. Cama range. Noite explode em clímax múltiplos. Tu queres mais. Levrette agora. Jupe subida, seios balançando. Eu no cu, ele na frente. Ritmo insano. Perco o controlo.
A Febre
Cinzas quentes. Corpos exaustos, pele ainda a queimar. Bandeau cai. Olhos vidrados. Cigarros acesos. Fumo enche o quarto. Gosto teu na minha boca. Ele veste-se, sai discreto. Tu deitas ao meu lado, respiração pesada. Silêncio pesado. Realidade volta devagar. Mensagem rápida: ‘Foi bom.’ ‘Muito.’ Ecrã reflete a minha cara culpada. Ela dorme em casa, ignorante. Eu volto mentindo. Reunião longa. Coração acalma, mas marca fica. Dor doce no peito. Vivemos o proibido. Intensidade bruta. Suor seco na pele. Único. Perigoso. Viciante. Fragmentos de nós espalhados. Noite eterna na memória. Respiração normaliza. Mas o fogo couva.



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