Confissão Picante: A Ex-Aluna que Me Fez Perder o Controlo no Sofá

No sofá da sala de estar, aquela noite de sexta-feira. O ar denso. Coração acelerado. Lucile ao meu lado, pés na mesa baixa. Jupe curta de tenista subida nas coxas. Sem sutiã por baixo do gilet. Tetilhas duras contra o tecido fino. Frio da noite. Ou desejo?

Ela pega o tubo de creme. Noisette minúscula no joelho machucado. Eu observo. Pele macia. Branca. Marcada pelo hematoma roxo. ‘Mais creme’, digo. Pego o tubo. Espremo generoso. Ela ri. Corpo estremece.

A Febre

Mão na pele dela. Círculos lentos. Creme derretendo. Calor sobe. Dedos deslizam. Tibia. Coxa nua. Olhos nos dela. Lábios se aproximam. Beijo. Línguas quentes. Molhadas. Mão sobe. Sem cueca. Triângulo de pelos úmido. Dedos abrem lábios. Cyprine escorre. Ela geme baixo. Coração martela no peito. Meu. Dela.

Polo sobe. Mãos dela no meu peito. Jeans apertado. Colina pulsa. Ela abre braguilha. Pausa. Carne livre. Ar fresco. Mãos delicadas. Unhas finas nos testículos. Subindo ao glande. Frissons. ‘Eu sei que fuçaste nas minhas cuecas, seu porco’, sussurra. Choque. Excitação dobra. Ela solta. ‘Agora, ativa na minha cona.’

Beijo voraz. Top dela voa. Seios firmes. Pesados. Mamilos largos. Chupo. Mordo leve. Língua gira. Mão direita mergulha. Clitóris inchado. Dedos circulam. Lento. Rápido. Ela arqueia. Respiração ofegante. Pele suada. Coxas tremem. Orgasmo vem. Corpo tensiona. Grita baixo. Mão trava meus dedos. Ondas. Segundos eternos.

O Braseiro

Ela ofega. Olhos vidrados. Jupe na cintura. Cona exposta. Pêlos molhados. Triângulo perfeito. Corpo jovem. Firme. Sol do verão. Sem excessos. Minha aluna. Nua no sofá da minha mulher.

‘Quero te foder, Lucile.’ ‘Amanhã. Tua mulher sai cedo. Tempo todo.’ Decepção. Excitação. Ela sorri. ‘Agora, bebo teu sêmen.’ Joelho no chão. Coxas minhas abertas. Mãos acariciam. Olhar fixo. ‘Pipe pro meu prof favorito.’ Língua na base. Sobe devagar. Glacê derretendo. Boca plena. Sucção molhada. Sons obscenos.

Mão dela masturba. Olha minha cara. Controlo. Língua nos sacos. Sophie nunca fez. Delírio. ‘Vais gozar.’ ‘Não resisto.’ Sorriso diabólico. Boca engole tudo. Fundo da garganta. Corpo trava. Diques rompem. Jatos quentes. Ela engole. Mestreia pulsos. Calma. Beijo final. Sabor misturado.

Corpos colados. Pele ainda arde. Suor seca devagar. Silêncio. Coração desacelera. Ela sussurra: ‘Vem pra minha cama quando ela sair.’ Sorriso. Nada mais. Amanhã, bichos selvagens. Hoje, cinzas quentes. Únicas. Finais em semanas. Perfeito assim.

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